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    TIM MAIA

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    Publicado em 30/01/2020 Editado em 30/01/2020

    Uma vida marcada pelo excesso.


    Excesso de bondade e de raiva. Excesso de amor e de dor. Excesso de talento. É, este não tem um contraponto. Tim Maia, inegavelmente, era um monstro da música.


    Mas acredite, se dissessem lá naquela roda de amigos que o famoso "Tião Marmita", aquele da Tijuca, Rio de Janeiro, se tornaria uma das vozes mais potentes do país, o Rei do Soul
    brasileiro, ninguém acreditaria.


    Essa é a história de um rapaz muito talentoso que vivia os extremos da vida. A história de Sebastião Rodrigues Maia.


    Dirigido por Mauro Lima, que tem em seu currículo filmes como "Meu Nome não é Jhonny" e "Ó Paí, Ó", Tim Maia é um drama biográfico de 2014 baseado no livro "Vale-Tudo - O Som e a Fúria de Tim Maia", de Nelson Motta.

    Foto: Reprodução



    O elenco do filme conta com Robson Nunes e Babu Santana, como Tim Maia, Alinne Moraes, como Janaína, Laila Zaid, como Susi, Cauã Reymond, como Fábio, George Sauma, como Roberto Carlos, Luis Lobianco, como Carlos Imperial, Tito Neville, como Erasmo Carlos, e Renata Guida,
    como Rita Lee.


    O pequeno Sebastião tinha talento. Quando adolescente, mesmo ajudando sua mãe desde muito cedo a entregar marmitas, resolveu que queria ser músico. Aprendeu, treinou e aprimorou suas habilidades. Tião cresceu.


    Quando viu que não teria muitas oportunidades no Brasil, partiu para Nova Iorque, onde foi preso e deportado de volta. Aqui, viu que as coisas tinham mudado. Seus amigos, Roberto e Erasmo Carlos, estavam no auge e ele ainda engatinhando.


    Mas Sebastião deixou sua fúria sair, sua voz soar e se transformou em Tim. Depois disso, ele foi de um extremo ao outro, até o fim de sua vida.

    Foto: Reprodução



    Os cinquenta e poucos anos de Tim Maia, resumidos em apenas duas horas e vinte minutos, passam em um piscar de olhos. Do começo à ascensão, do fanatismo racional ao retorno de amizades, do anonimato ao palco, Tim foi extremo. Não à toa é tão aclamado por sua música.


    O filme é bem escrito e anda com facilidade, as músicas, em sua grande parte, são as originais. Mas o que rouba a cena é a semelhança do ator Babu Santana com o músico, é realmente impressionante. Todo fã de sua obra, de funk, soul, MPB, de música precisam ver o longa.


    Mas eu já falei demais. Hora de você ir ver o filme. Solta o som.


    E não esquece do retorno.


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