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Andrey Gonçalves
Andrey Gonçalves

Piratas da informática

“Não quero que vocês pensem nisso apenas como um filme. Um processo de conversão de elétrons e impulsos eletromagnéticos em formas, figuras e sons. Não! Vejam bem, estamos aqui para fazer alguma diferença no universo. Se não, por que estar aqui? Estamos aqui para criar uma nova consciência, como artistas ou poetas. É assim que devem encarar. Estamos reescrevendo a história do pensamento humano”.

Todos temos um sonho. Sendo ele grande ou pequeno, este sonho, quando realizado, muda totalmente a nossa realidade. Seja um emprego, uma viajem, aprender alguma coisa, ou até mesmo conquistar algo material. Seu caminho até ele nos muda. Talvez até mais, nos faz renascer.

E se este sonho fosse tão grande a ponto de transformar o mundo, literalmente falando? Chegando ao ponto de mudar costumes de uma sociedade inteira, a nível global? 


Nossa rotina, hábitos, meios de comunicação, conexão mundial, é da forma como conhecemos hoje graças a dois sonhos.

O primeiro: tornar o computador um utensilio pessoal. O outro: um computador em cada mesa, em cada casa, todos eles rodando um único sistema operacional. Foi assim que a Apple e da Microsoft começaram.

A revolução que moldou os costumes dos dias de hoje – toda a nossa interligação global, meios de trabalhar, de nos relacionarmos, estudarmos e tantos outros – começou em meados dos anos 70, em dois lugares diferentes. Uma garagem e um dormitório acadêmico. 

O mercado dos computadores era controlado pela IBM, que alugava seus produtos para empresas e para o governo. Já estava ótimo, não é? Nem se pensava em produzir tal equipamento para o uso domiciliar. Afinal, por que as pessoas iam querer uma “caixa gigante com luzes” em suas casas? Era isso que eles pensavam, até que uma empresa com nome de fruta começou a incomodar.

Da garagem de Steve Jobs, com seu sócio Steve Wozniak, a Apple foi para o mundo. Seu produto? Um computador pessoal. Portátil, pequeno e de plástico. Foi revolucionário. E claro, vendeu como água. 

Foi aí que Bill Gates teve sua visão, a visão que fez dele um dos homens mais ricos do mundo. Criar softwares para computadores, em uma época que ninguém mais fazia isso. Cada computador, em cada canto do globo, rodando seu software. Funcionou.

Escrito e dirigido por Martyn Burke, Piratas da Informática (Pirates of Silicon Valley) é um filme/documentário feito originalmente para Televisão, pela TNT, em 1999. O elenco do filme conta com Noah Wyle, como Steve Jobs, Anthony Michael Hall, como Bill Gates, Joey Slotnick, como Steve Wozniak, John DiMaggio, como Steve Ballmer e Josh Hopkins, como Paul Allen.

Piratas da Informática é uma versão dramatizada da verdadeira história que aconteceu nos bastidores dessas duas gigantes da tecnologia. O longa aborda muito mais do que uma briga por hegemonia. Ele nos conta os primeiros passos da história da informática, que moldou toda a realidade como é hoje. Afinal, se você está lendo este texto é graças a ela!

Um filme não só para os amantes da tecnologia, mas também para aqueles que querem saber como os computadores chegaram às pessoas, como a Microsoft e a Apple se tornaram o que são, como o mundo começou a se conectar, como o outro lado da terra ficou tão próximo.

Você sabe me responder se, de fato, é mais legal ser um pirata do que entrar para marinha? A IBM olha por ti. 

 

 

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Andrey Gonçalves
Andrey Gonçalves
Andrey é redator publicitário, blogueiro, metido a desenhista e colecionador de hobbies desde 1991.
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