Apucarana

Apucaranense preso na Tailândia ainda não foi sentenciado

Advogado de defesa, que espera possível agendamento de visita presencial a Jordi Beffa, na Tailândia, tem esperança que sentença por crime civil seja na forma de multa

Da Redação ·
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Jordi Beffa, 24 anos
fonte: Arquivo TNonline
Jordi Beffa, 24 anos

O apucaranense Jordi Vilsinski Beffa, preso na Tailândia por tráfico de drogas, desde fevereiro, teve sua primeira audiência na corte de Samut Prakan e não teria recebido uma condenação imediata, como ocorreu com os outros dois brasileiros presos no mesmo dia. Jordi terá uma nova audiência, em julho. A defesa já trabalha com a possibilidade de o rapaz ser julgado por um crime civil, o que abriria a possibilidade de ser solto mediante pagamento de multa.

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O advogado que vem assessorando a família na defesa de Jordi Beffa, Petrônio Cardoso, informou na manhã desta sexta-feira (20) que a embaixada brasileira em Bangkok manteve contato com o apucaranense na quinta-feira (19), repassando as informações ao advogado já na madrugada desta sexta-feira.

Conforme a Embaixada relatou ao advogado, Jordi informou ao agente consular brasileiro que foi levado à corte de Samut Prakan na quarta-feira (18), mas que até o contato, ainda não havia recebido uma sentença definitiva. O caso dele ainda estaria sob investigação pelas autoridades tailandesas, por ter sido encontrado com ele uma quantidade menor de droga –quatro quilos.

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O consulado informou que uma nova audiência foi marcada para Jordi Beffa, em 18 de julho, quando se espera, então, que seja anunciada uma sentença. O advogado Petrônio Cardoso se diz otimista com o caso. Para ele, a expectativa, agora, é que Jordi tenha uma sentença por crime civil, o que abriria até a possibilidade de ser solto mediante pagamento de multa. O setor consular da embaixada brasileira em Bangkok, no entanto, não recebeu nenhuma comunicação oficial a respeito do caso.

Segundo o advogado Petrônio Cardoso, a Embaixada vem prestando assistência a todos os detentos brasileiros na Tailândia, inclusive para a aquisição de pequenos bens e itens de higiene pessoal, que não são oferecidos pelo sistema prisional daquele país.

O setor consular, informa o advogado, está ainda dando suporte e apoio no processo para um possível agendamento de uma visita presencial dos advogados brasileiros de Jordi Beffa, em Samut Prakan, onde ele está preso. Cardoso ainda trabalha no sentido de obter a extradição de Jordi.

Há poucos dias os outros dois brasileiros presos na Tailância, no mesmo dia da prisão de Jordi, foram julgados e condenados há nove anos de prisão por tráfico. Eles foram presos com mais de seis quilos de droga e a condenação saiu na primeira audiência realizada pela justiça daquele país.

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