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Apucarana

Bebê indígena morre em Apucarana 9 meses após ser abandonado pela mãe 

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​O índio Nivaldo Lourenço mostra precariedade da barraca de lona onde ele está alojado junto com outros 13 indígenas em Apucarana - Foto: José Luiz Mendes
​O índio Nivaldo Lourenço mostra precariedade da barraca de lona onde ele está alojado junto com outros 13 indígenas em Apucarana - Foto: José Luiz Mendes

O Hospital da Providência Materno Infantil de Apucarana, no norte do Paraná, confirmou ontem a morte de um bebê indígena que estava internado na unidade. O menino, de 9 meses, nasceu prematuro em abril do ano passado, quando foi abandonado pela mãe, que pertence a uma reserva indígena da região de Tamarana. 

O pequeno paciente permaneceu internado na UTI Neonatal e, devido a complicações, precisou ser transferido de helicóptero ao Hospital Waldemar Monastier, em Campo Largo, retornando ao Materno Infantil de Apucarana no começo deste mês.

PROCURA DE FAMILIARES
- A criança faleceu em decorrência de uma parada cardiorrespiratória. O Conselho Tutelar ainda tenta localizar a mãe da criança e familiares para assinatura da certidão de óbito..


PRECARIEDADENo dia 12 de janeiro, o TNONLINE publicou matéria sobre a precariedade das condições de vida dos índios que vem para Apucarana. Os indígenas , entre os quais um número significativo de crianças vem para Apucarana, cidade polo do Vale do Ivaí (norte do Paraná), das reservas Ivaí, em Manoel Ribas, e Queimados, em Ortigueira e de Tamarana.

Eles vendem balaios e cestas feitos de o bambu-taquara, a principal matéria-prima utilizada para a confecção dos produtos artesanais (cada cesto médio é vendido por cerca de R$ 30).


Já no dia 20 de janeiro, o jornal Tribuna do Norte publicou matéria abordando a expectativa dos índios para a construção de uma "casa de passagem" em Apucarana.  

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