Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Paraná

publicidade
MANDAGUARI

Acusado de matar bailarina Magó participa de audiência

O homem morava em Apucarana. O crime aconteceu em janeiro de 2020

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O apucaranense Flávio Campana, de 42 anos, suspeito de estuprar e assassinar a bailarina Maria Glória Poltronieri Borges, de 25 anos, em uma cachoeira em Mandaguari em janeiro de 2020, participa junto com as testemunhas de acusação da instrução penal, nesta quinta-feira (17) para decidir se o julgamento será júri popular. As testemunhas continuam a ser ouvidas na sexta-feira (18) em Mandaguari.

Depois de ouvir as testemunhas, a Justiça irá interrogar o réu, Flávio Campana. Só depois ao final desta fase de instrução penal, é que a Justiça irá decidir se ele irá ou não para a júri popular. Caso o apucaranense seja condenado ele pode pegar mais de 30 anos de prisão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O crime

Mágó foi encontrada morta, no dia 26 de janeiro, em uma área de mata a cerca de 10 metros de uma trilha nas proximidades da cachoeira que fica na chácara. Ela estava com a própria calcinha enrolada no pescoço e apresentava sinais de violência sexual.

O laudo do Instituto Médico-Legal (IML) comprovou que a jovem foi abusada sexualmente e morta por por asfixia – causada por estrangulamento com a peça íntima, que foi usada como uma espécie de torniquete. Ela também estava com vários ferimentos pelo corpo, o que aponta que lutou contra o agressor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Flávio Campana

Flávio Campana foi preso 33 dias após o crime, no dia 28 de fevereiro, em Apucarana, depois que exames comprovaram que o material genético encontrado com Magó coincide com seu DNA.

Ele foi tratado como um dos principais suspeitos desde o início das investigações, quando apareceu junto com Clementino em fotografias fornecidas por socorristas que estavam na cachoeira no dia crime.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Paraná

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline