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Homem confessa que matou namorada em Maringá, diz polícia

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Homem confessa que matou namorada em Maringá, diz polícia
Homem confessa que matou namorada em Maringá, diz polícia

Um homem foi preso suspeito de matar uma mulher de 33 anos encontrada morta dentro de um carro em Maringá, no norte do Paraná, no sábado. Ele foi apresentado pela Polícia Civil nesta quarta-feira (24), após a prisão preventiva ser decretada. À polícia, o suspeito, que era namorado da vítima, confessou o crime.

O corpo de vítima foi encontrado dentro do carro dela que estava abandonado na Avenida Rebouças, no Parque Industrial. A Polícia Militar (PM) disse que um guarda noturno notou que o carro estava parado há algum tempo e passageira não se mexeu nesse período. A família chegou a fazer um Boletim de Ocorrência pelo desaparecimento. A vítima era viúva e tinha dois filhos.

Para a polícia o caso está esclarecido. O rapaz de 27 anos contou que estava com a namorada na noite de sexta-feira (19) e após uma briga ele deu um golpe na mulher.


“O suspeito confessou que estava dirigindo o veículo, e no trajeto eles começaram a discutir e quando estacionou o carro no local, acabou dando um golpe no pescoço dela. A vítima morreu por causa desse golpe”, detalha o delegado Diego de Almeida. O casal namorava há quatro meses e para a polícia o suspeito disse que a namorada era muito ciumenta, e esse teria sido o motivo da briga que terminou em morte. Segundo a Polícia Civil, o suspeito é de Itambé e morava em um pensionato em Maringá. Ele já tinha duas passagens na polícia por furto. O preso negou que tenha abusado sexualmente da vítima antes de mata-la. O exame que pode comprovar se o abuso ocorreu ainda não ficou pronto. 

“Foi decretada a prisão cautelar, e até a conclusão do inquérito policial ele ficará preso. Esperamos concluir o inquérito até segunda-feira (29), quando teremos todas as provas reunidas. Só depois disso o Ministério Público pode oferecer denúncia”, esclarece Almeida. O delegado ainda disse que, por se tratar de um motivo fútil, o suspeito pode ser condenado a uma pena 12 a 30 anos de prisão.

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