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Experiência de pai para filho 

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João Guilherme e Ana Carolina Stoppa seguiram a profissão do pai, o advogado Carlos Stoppa. Na foto, eles posam com a mãe Maria Helena Stoppa (Arquivo pessoal)
João Guilherme e Ana Carolina Stoppa seguiram a profissão do pai, o advogado Carlos Stoppa. Na foto, eles posam com a mãe Maria Helena Stoppa (Arquivo pessoal)

A apucaranense Ana Carolina Stoppa, 27 anos, até tentou seguir a carreira de fisioterapeuta. Foram quatro anos de estudo e dedicação e, em 2008, recebeu o diploma que a habilitava para trabalhar na área. E trabalhou, por um ano, mas não atingiu as suas expectativas. Ao final dos doze meses, o amor pela profissão do pai, o advogado Carlos Stoppa, 61 anos, falou mais alto. Em 2010, ela ingressou na faculdade de Direito e, no fim deste ano, fará a formatura no curso.

Com o caçula João Guilherme Stoppa, 25, também não foi diferente. Ele até pensou em fazer faculdade de Engenharia Automotiva, mas acabou se rendendo aos passos do pai. Entretanto, o jovem deixa claro que o pai sempre o deixou livre para tomar decisões. “O que admiro na profissão do meu pai é a possibilidade de fazer valer o direito das pessoas. Já nele, admiro a honestidade, a sinceridade e a forma com que sempre alcança seus objetivos, além de trabalhar com amor”, explica.

Formado há três anos, o jovem advogado decidiu seguir a área do Direito Previdenciário, assim como o pai e também pretende se tornar especialista em Direito Imobiliário. Já Ana Carolina não pretende atuar na mesma área do pai. “Depois de deixar a Fisioterapia, a primeira ideia foi fazer Direito, principalmente, pela admiração que tenho pelo meu pai. Não que ele tenha interferido na escolha, pelo contrário, nunca disse para seguirmos a profissão dele”, garante, observando que pretende prestar concurso e seguir carreira pública.

A futura advogada afirma que é um prazer poder seguir a profissão do pai e perceber o respeito que as pessoas têm pelo trabalho dele.

Para o pai e advogado, ter os filhos no mesmo caminho profissional é gratificante. “Hoje em dia, é raro ver os filhos dando continuidade aos negócios da família. Sinto orgulho da opção profissional deles e por saber que eles têm admiração pelo trabalho”, explica.

Admiração


Edson Chiarelli Filho sempre admirou a profissão do pai, o corretor de seguros Edson Chiarelli, e decidiu seguir a mesma carreira

Foi vendo o pai, o corretor de seguros Edson Chiarelli, 52, de Apucarana, trabalhar que Edson Chiarelli Filho, 24, decidiu seguir a mesma profissão. “Sempre admirei o jeito que ele vende e conversa com os clientes”, conta.

Em 2009, o pai decidiu integrar o filho na empresa onde trabalha para fazer cobranças e serviços de banco. “Fiz isso para que ele não ficasse em casa à toa, mas nunca falei para ele seguir minha profissão”, recorda.

Com a convivência no trabalho e após se formar em Administração de Empresas, o jovem não teve dúvida de que queria ser corretor de seguros. “Não é um trabalho fácil, mas cresci vendo meu pai vender e acabei gostando”, revela.

Edson também é pai de Ana Carolina Chiarelli, 21 anos, que estuda Direito, mas também ajuda na empresa como auxiliar de cobrança e serviços bancários. Ela não sabe ainda se vai seguir a profissão de Edson, que, como não poderia deixar de ser, sente orgulho por ser a inspiração do filho. No entanto, ele faz questão de frisar que nunca impôs sua profissão aos filhos e a escolha deles é algo espontâneo.

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Edhucca

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