Cotidiano

Idosa internada com Covid tem conta bancária invadida; saiba mais

O suspeito, de acordo com a sobrinha da vítima, é um homem que "dizia ajudar" a idosa. Com 76 anos, a aposentada está internada desde 09 de abril

Da Redação ·
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Na conta do banco da tia há um novo cartão de crédito, empréstimos e até a criação de uma chave Pix
fonte: Pixabay
Na conta do banco da tia há um novo cartão de crédito, empréstimos e até a criação de uma chave Pix

Uma mulher, de 76 anos, está sendo vítima de estelionato segunda sua sobrinha, de 45 anos. Uma pessoa desconhecida pela família está movimentando dinheiro na conta da idosa que se encontra internada desde 09 de abril, em decorrência da Covid-19.

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De acordo com matéria do Metrópoles, a sobrinha, que pediu para não ser identificada, descobriu por acaso o suposto golpe aplicado na aposentada. Ao retornar para Brasília, a familiar começou a organizar os documentos, a fim de cuidar da tia, e percebeu movimentações financeiras estranhas, iniciadas em 14 de abril, na conta do banco da senhora internada dias antes.

“Eu não estava em Brasília quando ela foi internada. Ela é sozinha, não tem filhos. Então, quando eu voltei, que fui tomar conta disso”, disse a autônoma.

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Segundo informações adquiridas pela sobrinha, na conta do banco da tia há um novo cartão de crédito, empréstimos e até a criação de uma chave Pix em um número de celular, o qual não pertencente à idosa. A mulher conta ainda que a senhora é esquizofrênica e aposentada por invalidez pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). Assegura também que a tia nunca possuiu cartão de crédito ou até mesmo celular.

No processo de tentar desvendar a identidade da pessoa a qual estaria roubando a idosa, a mulher fez um teste e transferiu R$ 1 para a então chave Pix criada. Deparou-se com um homem, que se diz sobrinho da idosa. A familiar registrou um boletim de ocorrência na 11ª Delegacia de Polícia, no Núcleo Bandeirante.

“Ela conheceu esse cara na rua. Ela era muito ativa, vendia balinhas. Ele se dizia ajudar, levava ao banco. Ela sacava dinheiro e dava para ele. Acho se aproveitou. Não sei se ele está em posse dos documentos dela ou se sabia dos dados”, aponta.

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A sobrinha já entrou na Justiça a fim de pedir a curatela da aposentada e passar a gerir seus bens. “A conta está negativa. Ainda não consigo bloqueá-la se não estiver com os documentos”, lamenta.


Fonte: Informações do g1.

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