Cotidiano

Stephen Hawking mira em análise de 234 estrelas para localizar alienígenas

Da Redação ·
Foto: NASA / Hubble Heritage Team (AURA/STScI) - Imagem ilustrativa
Foto: NASA / Hubble Heritage Team (AURA/STScI) - Imagem ilustrativa

Duzentos e trinta e quatro dos 2,5 milhões de estrelas analisadas por um projeto de mapeamento do céu chamado Sloan Digital Sky Survey apresentaram algo incomum em suas emissões de luz. Projeto com a participação astrofísico britânico Stephen Hawking destina US$ 100 milhões repassados pelo bilionário russo Yuri Milner para executar um programa de busca por inteligência extraterrestre, chamado Breakthrough Listen. 

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Milner já planeja chegar ao exoplaneta Proxima B usando sondas que viajam a 20% da velocidade da luz e repassou a Hawking uma incumbência crucial: analisar as 234 estrelas para checar se seres mais avançados que os humanos estão por trás das emissões curiosas de luz. 

As 234 estrelas ganharam notoriedade na mídia após a divulgação um artigo de dois pesquisadores da Universidade Laval, no Canadá, disponível no site arXiv.com. 

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Stephen Hawking mira em análise de 234 estrelas para localizar alienígenas fonte: Reprodução

2 trilhões de galáxias
Conforme o astrofísico britânico, nosso universo observável  teria cerca de 2 trilhões de galáxias, cada uma com vários bilhões de estrelas. Para Hawking, seria no mínimo pretensão imaginar que, com uma lista tão grande de endereços, só a Terra tivesse sido capaz de desenvolver vida inteligente e que nessa imensidão, não há nenhuma civilização tão avançada quanto a nossa. 

 Necessidade de evidências extraordinárias
“É óbvio que vale a pena estudar mais detalhadamente os objetos com espectro incomum observados por Borra e Trottier”, afirmou a equipe do Breakthrough Listen, da Universidade Berkeley, na Califórnia, em nota divulgada à imprensa. “Porém, alegações extraordinárias requerem evidências extraordinárias. Ainda é muito cedo para atribuir esses sinais à atividade de civilizações extraterrestres”, frisa o comunicado do Breakthrough Listen.

Com informações da New Scientist