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    Funcionários do rotativo acusam empresa de não pagar salários e verbas rescisórias, em Arapongas

    O rotativo voltou a operar nesta terça-feira (7), após duas semanas de cobranças interrompidas por conta da pandemia da covid-19. Foto: Tribuna do Norte/Sérgio Rodrigo
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    Pelo menos dez funcionários da App Parking, responsável pelo estacionamento rotativo de Arapongas, alegam que estão com salários atrasados e foram obrigados a retornar às atividades nesta terça-feira (7), após duas semanas de cobranças interrompidas por conta da pandemia da covid-19. Outros cinco colaboradores que teriam sido dispensados, não receberam as verbas rescisórias. As informações foram confirmadas pelo Sindicato dos Trabalhadores em Urbanização do Estado do Paraná (SindiUrbano) que está tomando providências para resolver a situação dos trabalhadores. 

    “Não podemos permitir que a pandemia seja usada para prejudicar os trabalhadores. Pagar salário e garantir a segurança dos trabalhadores é o mínimo que se espera de uma empresa séria e da Prefeitura de Arapongas que é responsável por contratar e fiscalizar a empresa que faz o serviço de estacionamento regulamentado”, destaca o presidente do sindicato Valdir Mestriner.

    Os trabalhadores estiveram na frente na empresa na manhã desta terça-feira (7) cobrando uma resposta dos gestores da empresa que opera o rotativo. “Eles disseram que vamos trabalhar normal, não tem dinheiro para pagar e querem que a gente trabalhe pra pagar o mês de março”, contou um dos trabalhadores que não teve o nome divulgado.

    De acordo com os trabalhadores, a informação repassada pela empresa é que não tem data definida para o pagamento. “Querem que a gente volte para a rua. Disseram que o caixa da empresa tá sem nada. Fora que assinamos o acordo de suspensão de trabalho por 30 dias”, denuncia outra trabalhadora.

    Conforme o sindicato, os trabalhadores aderiram a paralisação até que a empresa faça o pagamento dos salários. O sindicado informou notificará a empresa e o prefeito de Arapongas solicitando que o pagamento aos trabalhadores que estão com os contratos suspensos seja feito de forma imediata. Caso a empresa não comprove o pagamento dos salários em 24 horas, o sindicato ajuizará ação pedindo à Justiça as providências cabíveis. Além disso, uma denúncia foi feita registrada no Ministério Público do Trabalho na semana passada, quando os trabalhadores entraram em contato com o sindicato informando sobre a situação.

    A reportagem entrou em contato com uma representante da App Parking que afirmou que já conversou com os trabalhadores e que a situação está sendo resolvida. 

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