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Quadrilha foge com reféns presos no capô dos carros após assalto a banco

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NOVO CANGAÇO

Quadrilha foge com reféns presos no capô dos carros após assalto a banco

Imagens feitas por moradores de Cândido de Abreu, no Paraná, mostram a dimensão do pânico causado por uma quadrilha de assaltantes na tarde desta segunda-feira, durante assalto a banco. Os bandidos fizeram cerca de dez reféns, na modalidade "novo cangaço". Segundo testemunhas, eles chegaram na cidade atiraram conta o prédio da delegacia para intimidar os policiais, depois seguiram para a Cooperativa Sicredi. Após o roubo, criminosos fugiram com reféns, queimaram dois veículos e seguem foragidos.

Bandidos incendiaram um dos carros no portal da cidade. Foto: Blog do Berimbau

Segundo informações do Blog do Berimbau, o carro forte havia acabado de abastecer a agência quando o ataque aconteceu. Os bandidos renderam funcionários e clientes e, durante a fuga, os criminosos usaram os reféns como escudos humanos no capô dos carros para evitar reação da polícia.  Dentre as vítimas estaria o vigilante e o gerente da cooperativa. Um dos carros usados no assalto foi incendiado perto a um dos acesso à cidade.  A polícia fechou o cerco na região, no entanto, até a publicação desta matéria nenhum suspeito havia sido preso.  Ainda não há informações concretas sobre a liberação dos reféns. 

Caminhonete usada no crime também foi incendiada. Foto: Blog do Berimbau

Prisões
Investigação da Polícia Civil aponta que existem muitas quadrilhas agindo no Paraná na modalidade novo cangaço. No começo deste mês, a Polícia Militar (PM) de Apucarana prendeu quatro integrantes de uma quadrilha especializada em roubos e explosões a bancos. Com a operação de a polícia soma sete prisões de pessoas pertencentes a mesma quadrilha.  

Conforme a PM, os suspeitos participaram de pelo menos sete crimes do tipo. As ações foram marcadas pelo uso de armas com alto potencial de fogo como fuzis, metralhadoras portáteis, espingardas de calibre 12, pistolas e revólveres. O grupo adotava a modalidade conhecida como novo cangaço e tinha como principal alvo agências bancárias de municípios de pequeno porte. Os bandidos invadiam as agências e obrigavam os reféns a formarem cordão humano sob a mira de armas para impedir a intervenção policial. Vítimas também foram colocadas no capô dos veículos durante fuga. Segundo a polícia, a quadrilha também protagonizou furtos com explosões a caixas eletrônicos.

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