TUDO SOBRE

Conheça Apucarana, município localizado no norte do Paraná

O Início

Criada em 1934 pela Companhia de Terras Norte do Paraná, que colonizou a região, Apucarana é uma das poucas cidades do mundo a ter em seu território a origem de três bacias hidrográficas a do Tibagi, a do Pirapó e a do Ivaí.

O pequeno povoado cresceu após mobilização dos pioneiros, em 30 de dezembro de 1943, o interventor Manoel Ribas assinou o decreto-lei número 199, criando o município e também a comarca de Apucarana.

A posse do primeiro prefeito - tenente Luiz José dos Santos - ocorreu em 28 de janeiro de 1944, enquanto a comarca foi instalada oficialmente em 19 de abril de 1944, de acordo com o Decreto-Lei nº 1.982/1944. Chamada de "Cidade Alta", Apucarana fica a 980 metros acima do nível do mar. Pioneira no setor de confecções, é reconhecida por lei como a "Capital Nacional do Boné". O município está estrategicamente localizado em um entroncamento rodoferroviário e se constitui em corredor e ponto de apoio para o Mercosul.

Apucarana conta com mais de 136.234 mil habitantes (IBGE 2020), é a 11ª cidade mais populosa do Paraná. Com vida própria, Apucarana vem se destacando positivamente no polo de turismo religioso e também em diversos outros segmentos econômicos. Para conhecer mais sobre é uma das três mais importantes cidades em desenvolvimento no Norte do estado, com uma área territorial de pouco mais de 558,389 km².

 O Nome

Segundo estudos dos principais indianistas paranaenses, o nome Apucarana tem origem na tribo caingangue. "Apo-caarã-anã", na língua nativa desses índios, significa "base da floresta imensa": apó (a base) + caarã (semelhante à floresta) + anã (imensa). Os caingangues ou Kaingangs ocupavam vasto território no Brasil e também na Argentina, mas atualmente estão presentes apenas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo.

Clima Apucaranense

Município é localizado a 980 metros acima do nível do mar, Apucarana tem o clima subtropical úmido mesotérmico. Cidade de temperaturas amenas, principalmente no outono e inverno. A presença constante de vento é outra característica marcante do clima de Apucarana, que é a cidade que mais venta no Paraná, segundo levantamento do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar). As correntes de ar que sopram no município diariamente afetam significativamente a sensação térmica, com mudança importante na temperatura, especialmente no verão.

A velocidade média do vento chega 4,1 metros por segundo, um índice superior aos demais municípios do Estado. Conhecida como ‘Cidade Alta’, Apucarana está situada no Terceiro Planalto Paranaense. A sua área central fica assentada sobre o topo do espigão. Os ventos dominantes sopram do nordeste para o sudoeste.

 O que fazer?

Curtir a natureza

O município também tem belezas naturais para mostrar. O Lago Jaboti oferece a oportunidade de se exercitar em uma área bonita e arborizada. Já o Parque Santo Expedito mistura fé e meio ambiente.

Turismo cultural

Para os amantes de arte, cultura e história, a cidade oferece atrações imperdíveis, como o Museu do Café e o Cine Teatro Fênix. 

Turismo religioso

Reconhecida e respeitada em todo o Paraná por sua tradicional devoção católica, a cidade de Apucarana se destaca no turismo religioso. No município estão importantes atrativos, como o único santuário do mundo dedicado a São José e a Catedral Nossa Senhora de Lourdes, considerada uma das mais belas do Brasil

Passeios 

Lago Jaboti

Um dos principais cartões-postais de Apucarana, o Lago Jaboti está localizado a apenas 3 km do centro da cidade e integra o parque de mesmo nome, em uma área que une lazer e preservação do meio ambiente.

O local é muito frequentado por esportistas, pois é ótimo para caminhadas e corridas. As margens do lago possuem área arborizada, campos esportivos, lanchonetes, além da Associação Cultural e Esportiva de Apucarana (Acea). 

Monumento ao Boné

Construído em comemoração ao Dia Municipal do Boné, o monumento tem por objetivo divulgar um dos maiores potenciais do município, que é a produção do acessório. Moldado em concreto por um artista plástico, a réplica do boné é, segundo registro, a maior confeccionada até hoje no mundo. 

Parque Santo Expedito

De temática ambiental e religiosa, o Parque Santo Expedito nasceu da recuperação de uma área antes degradada pelo acúmulo de lixo, entulho e pela ação da erosão. No local, encontra-se uma nascente que ajuda a alimentar o lago do Parque Jaboti, a 800 m de distância.

No dia 19 de cada mês, centenas de fiéis de Apucarana e região participam de missa em homenagem ao santo que dá nome ao Parque. Desde a inauguração do espaço, em 2004, todo o ano acontece a Festa de Santo Expedito, comemorada no dia 19 de abril. 

Catedral Nossa Senhora de Lourdes

Uma das mais belas catedrais do Brasil, a Catedral Nossa Senhora de Lourdes é o cartão-postal da cidade de Apucarana. A igreja possui obras de arte, como pinturas e vitrais, que chamam a atenção pela beleza.

Com arquitetura neoclássica, a Catedral tem a maior nave interna dentre todas as igrejas paranaenses. Na fachada frontal, há as esculturas de São Pedro e São Paulo.

Museu diocese de Apucarana

A fé também que já integra a história da cidade ganhou mais um local com o Memorial da Diocese de Apucarana. Inaugurado em dezembro de 2019, na cúria diocesana de Apucarana, o memorial mostra através de objetos, documentos e fotografias catalogados em ordem cronológica com a ajuda do historiador de Arapongas Gean Carlo Cereia, a trajetória da evangelização na região.

O memorial surgiu como forma de preservar as peças do bispo emérito dom Domingos Gabriel Wisniewski, após a sua morte em julho de 2010. Entre o material recolhido estão os paramentos usados por Dom Domingos, como uma mozeta dada pelo beato João Paulo II ao religioso, várias relíquias de santos, como São Vicente de Paulo, Santa Luísa de Marilac e Catarina Labouré, e uma amostra de terra do túmulo de São Pedro, retirada do Vaticano no início da década de 1950.

Sendo Apucarana a diocese responsável por toda uma extensão de 36 municípios, o memorial é um acervo que resgata a história da igreja nesse território todo.

Paróquia Santuário São José 

Maior acervo mundial de pinturas sobre Maria, a Paróquia Santuário São José possui registros pictóricos de Maria e de como ela é representada nos mais diversos países. No local, funciona o único santuário do mundo dedicado a São José.

Monumento à Bíblia

Localizado junto ao Parque Municipal Biguaçu, o Monumento à Bíblia foi inaugurado em 2007. É um espaço ecumênico e de acesso público criado para reverenciar as Escrituras Sagradas. A Bíblia é o livro mais vendido do mundo e também um dos escritos mais antigos da história da humanidade. Visando homenagear esta obra universal, o município criou um espaço especial para mostrar a importância da palavra de Deus na vida dos apucaranenses. 

Além de edições da Bíblia, o monumento – que é fechado por paredes de vidro – traz um quadro com a foto de um exemplar do livro sagrado todo escrito a mão, doado à Prefeitura em 1996 pela Igreja Adventista e que está exposto no gabinete municipal. 

Cultura ucraniana

Inaugurado em dezembro de 2019, o Memorial Ucraniano é localizado em anexo à Igreja Divino Espírito Santo na Rua Osório Ribas de Paula, 1534.

O espaço é um projeto da Associação Cultural Étnico Ucraniana de Apucarana (ACEUA) o lugar é composto de duas salas em dois andares e conta com uma cúpula e campanário.

 O lugar conta com exposição de bordados pêssankas, livros, boneca ucraniana e fotos dos pioneiros - peças que foram doadas por famílias de Apucarana e região, além de produtos típicos e artesanatos, trazidos diretamente da Ucrânia e da Associação de Mulheres Ucranianas.

Cine Teatro Fênix

Com 492 lugares, o Cine Teatro Fênix é o principal palco cultural de Apucarana e foi a maior sala de cinema da cidade entre as décadas de 1960 e 1990. No início dos anos 2000, o espaço foi totalmente revitalizado. Hoje é um centro cultural que recebe eventos de porte e apresentações de teatro, balé e música, além de cerimônias oficiais de formatura das diversas escolas da cidade.

Casa da Cultura de Apucarana

A Casa da Cultura de Apucarana foi instalada no antigo Edifício Fênix, na Avenida Curitiba. O prédio de três andares foi reformado e adaptado pela Prefeitura para receber os projetos do setor cultural e artístico do município. O local é também o endereço do histórico Cine Teatro Fênix, localizado no térreo.

Inaugurado em 1957, o Edifício Fênix foi utilizado por muitos anos por profissionais liberais, que alugavam as salas dos andares superiores para os seus negócios.

Em 2019, a prefeitura iniciou uma ampla reforma nos andares superiores do edifício para transformá-lo na “Casa da Cultura de Apucarana”. A revitalização foi concluída no início de 2021 e incluiu todos os seus pavimentos, incluindo o terraço.

No primeiro andar está agora a Escola Municipal de Artes, com salas para as aulas de música, dança e teatro; no segundo andar foi instalado o novo Museu Municipal de Apucarana e, no terceiro, a sala da Banda Municipal e outras salas multiuso. Por fim, no terraço fica o “Boné Pensador”, uma sala de reuniões e eventos utilizado pela Prefeitura para encontros e debates.

Museu Municipal de Apucarana

O Museu Municipal de Apucarana deve se tornar um dos espaços de memória mais representativos da cidade. Boa parte das peças são cedidas pela Unespar/FECEA, que fez a doação do acervo do antigo museu David Carneiro.

O museu conta com um grande acervo catalogado da história de Apucarana, que tem um lugar de destaque no segundo andar do Centro Cultural Fênix.

O acervo é composto por mais de 50 peças, dentre elas discos, moedas, vitrolas, documentos, fotografias, aparelhos eletroeletrônicos e outros. O museu valoriza os objetos com a função de garantir às gerações futuras, acesso a histórico de nossa cidade.

Museu Histórico do Café

Localizado nas antigas instalações da estação ferroviária do Distrito de Pirapó, o Museu do Café existe desde 2012 e retrata a história da produção do grão, conhecido como “ouro verde”, na região Norte do Paraná.

O museu conta com um vasto acervo de peças de época doadas por pioneiros e descendentes. O local faz parte do roteiro turístico da cidade e está aberto diariamente a visitação.

Localizado nas antigas instalações da estação ferroviária do Distrito de Pirapó, localidade que até hoje é referência na produção do café, a cultura que impulsionou o desenvolvimento de todo Norte do Estado e também de Apucarana. O Museu Histórico do Café existe desde o ano de 2012.

Ele conta a história da produção do café através de um acervo captado junto dos pioneiros de Apucarana, onde estão expostas peças históricas referente ao cultivo do café. O museu está catalogado pelo IPHAN (Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), o órgão que coordena o processo de preservação do patrimônio cultural brasileiro.

No museu o visitante ainda encontra a Casa do Artesanato, que é destinada a realização de cursos de artesanato e a venda de produtos confeccionados pela comunidade.

No mesmo espaço ainda podemos ver a antiga estação de trem que era utilizada para embarque e desembarque da população quando a linha férrea, na época, transportava passageiros no norte do Paraná. 

Painel Turístico

Comemorativo aos 75 anos de Apucarana, o Painel Turístico serve para que os moradores manifestem o amor pela cidade. Um dos principais pontos turísticos locais, a peça foi montada sobre uma base de concreto e à noite ganha o colorido de luzes nas cores da bandeira do município.

Espaço das Feiras

É o novo endereço de todas as feiras de Apucarana, como a Feira do Produtor – que funcionava no Terminal Urbano nas quartas e sábados e durante a pandemia atendeu na própria Rua Talita Bresolin -, e também a Feira Livre – realizada todos os domingos, também na “Talita Bresolin”.

O Espaço das Feiras tem 100 metros de comprimento por 13 metros de largura, na Rua Talita Bresolin. Além de uma ampla área livre com capacidade para abrigar mais 80 feirantes.

O Espaço das Feiras também é o novo endereço da Feira da Lua, realizada todas as quintas-feiras na Praça Rui Barbosa. Outros eventos também serão realizados no local, como feiras de artesanato, de noivas, de roupas, entre outros. A Prefeitura instalou no local um letreiro #Apucarana, que já virou ponto de referência para fotografias dos frequentadores e dos visitantes em geral. 

Costelada do Ferra Mula

Servida há mais de 60 anos pela Associação Filantrópica Ferra Mula, a costela bovina assada na brasa é “Patrimônio Cultural e Imaterial de Apucarana”. A lei 092/2019 com a inclusão do prato foi sancionada em 27 de junho de 2019 pelo Executivo Municipal. Além do aspecto gastronômico, a homenagem valoriza o contexto histórico, cultural e filantrópico do Ferra Mula.

A entidade surgiu em 1958 a partir da união de um grupo de amigos. Reunidos habitualmente em finais de tarde e também em sábados e domingos para conversar enquanto tomavam alguns aperitivos, eles decidiram se cotizar para ajudar os mais necessitados, principalmente crianças e idosos.

Com o passar dos anos, esse grupo de amigos ganhou apoio de mais pessoas interessadas no trabalho voluntário e hoje é referência em filantropia a partir da gastronomia em Apucarana, com sua sede própria na Avenida Irati, 245, na Barra Funda. 

Bosque Municipal

O Bosque Municipal de Apucarana tem uma área total de 28 mil metros quadrados. Fica localizado na Rua João Antônio Braga Cortês, 523, no Jardim São Pedro. É um refúgio verde em pleno perímetro urbano de Apucarana.  Recebeu em 1999 o nome de “Bosque Municipal Mercedes da Silva Moreno”. Considerada “área inviolável” por lei municipal desde 1970, é um dos locais de maior visitação em Apucarana.

O bosque passou por readequações e reabriu ao público no início de 2021. Foram realizadas melhorias, recuperação de gaiolas, além da instalação de mesas, bancos e lixeiras. O espaço recebeu ainda reperfilamento asfáltico sobre as antigas passarelas de paralelepípedo e um novo parque infantil.

Alguns animais ainda vivem no local, com permissão dos órgãos ambientais, como coelhos, perus, faisões, pavões, calopsitas e macacos-prego, além de galinhas exóticas. O Bosque Municipal também conta com placas de identificação de espécies de árvores e dos bichos. Com forte apelo ambiental, o local atrai crianças e adultos de Apucarana e também da região.

Aos sábados, domingos e feriados, quiosques da Rede de Economia Solidária funcionam no local, com a comercialização de alimentos, bebidas e artesanato.

Jardim Japonês

Localizado na Associação Cultural e Esportiva de Apucarana (Acea), o jardim japonês presta uma homenagem aos descendentes nipônicos que ajudaram a construir o município. O local abriga dezenas de cerejeiras, árvore símbolo do Japão. As suas belas floradas anuais encantam os visitantes. Inicialmente, as árvores foram plantadas por pioneiros apenas no local na década de 80, mas hoje estão espalhadas por toda cidade. Ao contrário do que ocorre na Ásia, quando o florescer pode ser observado na primavera, em Apucarana isso ocorre no fim do outono.

Além das cerejeiras é possível apreciar no jardim japonês uma réplica da Sakura Haghi ou Ponte das Cerejeiras. A original foi construída em madeira em Kochi, no sul do Japão, e tem 12 metros, o dobro do tamanho da versão apucaranense, que é de concreto.

Na Acea, os imigrantes realizam anualmente a Festa da Cerejeira, que está no calendário turístico do Município e teve sua primeira edição em 1994. O evento oferta pratos típicos da culinária japonesa, como os tradicionais e já famosos sushi e yakisoba, além de música e dança do Japão.

Parque Ecológico da Raposa

Situado na Gleba Schmidt, o Parque Ecológico da Raposa foi inaugurado em 23 de dezembro de 1989. Com área total de 101 alqueires, incluindo uma reserva florestal de 44,53 alqueires, está enquadrado na categoria de Unidade de Conservação (UC), o que garante ao município recursos do ICMS Ecológico, um instrumento criado em 1991 pelo governo estadual para atender os municípios que abrigam em seus territórios matas nativas ou mananciais para abastecimento de municípios vizinhos.

Embora reconhecido pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP) como área permanente de conservação ambiental, o Parque da Raposa é também um ponto turístico e de lazer. Localizado a 10 km do centro da cidade, o local fica aberto diariamente à visitação e tem grande movimentação de pessoas, especialmente aos finais de semana.

Conta com dois lagos represados, que somam 11,25 alqueires de área inundada; uma cascata artificial; uma piscina natural; quiosques; deck sobre o lago e um parque infantil.  O local abriga diversas espécies de árvores nativas, animais, aves e uma grande quantidade de peixes que podem ser alimentados pelos visitantes. A pesca, no entanto, é proibida. 

Lago Schmidt

O Lago Schmidt fica localizado na região Norte de Apucarana.  O local também é conhecido como “Represa do Schmidt”, pois pertencia antigamente à Fazenda Santo Ângelo, do pioneiro Carlos Schmidt.  Ele chegou a Apucarana em 1936. Sua propriedade tinha mais de 200 alqueires e, ao longo dos anos, foi desmembrada. Inúmeros bairros residenciais e núcleos habitacionais foram construídos em suas terras ao longo das últimas décadas.

Uma parte da fazenda foi desapropriada pelo município para criação do Parque Ecológico da Raposa. Inaugurado em 1989, o espaço foi construído na localidade conhecida como Gleba Schmidt, também uma referência à propriedade do pioneiro.  O acesso ao parque é chamado de “Mata do Schmidt”, outra citação ao antigo morador.

Por muitos anos, o Lago Schmidt permaneceu isolado da área urbana. No entanto, a região vem registrando crescimento urbano nas últimas décadas. Recentemente, o local recebeu melhorias. Uma calçada foi construída junto à represa na Avenida Rafael Sorpile, facilitando o tráfego de pedestres.

Inúmeros bairros estão instalados atualmente nas proximidades, como Charles Chaplin, Marcos Freire, Ouro Fino, Mathias Hoffman, Recanto Mundo Novo e Jardim Marissol II, entre outros. A Avenida Rafael Sorpile, que passa ao lado da represa, é uma via importante de ligação para a região do Núcleo Dom Romeu Alberti e também para o próprio Parque da Raposa. 

Parque dos 70 Anos

Localizado entre as ruas Urânio e Noboru Fukushima, nas imediações do Senac Apucarana, o Parque dos 70 anos faz parte de um projeto de recuperação ambiental de um trecho do Córrego Jaboti. Com área de cerca de 7 mil metros, o espaço foi idealizado para marcar os 70 anos de emancipação política e administrativa da cidade.

Construído ao longo do lago Jaboti, o parque conta com uma pista de caminhada e academia de ginástica ao ar livre com equipamentos adaptados para portadores de necessidades especiais.

O parque é todo em grama esmeralda, ideal para as brincadeiras das crianças e para a realização de piqueniques. Além disso, tem um sistema de iluminação composto por 40 postes com lâmpadas de 200 watts.

Ao lado do Parque dos 70 Anos, foi construído o Espaço de Saúde e Bem-Estar. O investimento é uma contrapartida do Sistema Fecomércio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná). 

Memorial Casa de Portugal e Praça José Lebre dos Santos

O Memorial Casa de Portugal e a Praça José Lebre dos Santos ficam em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), nas proximidades do Serviço Social do Comércio (Sesc).

O espaço de lazer presta uma homenagem à colônia portuguesa em Apucarana e também serve como guardião da nascente do Rio Pirapó, localizada no local.

A praça reverencia o pioneiro José Lebre dos Santos (in memoriam), descendente de portugueses e um importante empresário apucaranense. A área abrigou por anos a tradicional Casa de Portugal e, em 2006, foi doada ao Senac pela colônia portuguesa para edificação do novo prédio da entidade. No entanto, a construção não ocorreu no local por conta da nascente do Rio Pirapó, protegida pela legislação ambiental.

Com 3 mil metros quadrados de área, o espaço de lazer tem como destaque um memorial em homenagem aos pioneiros portugueses, que tiveram papel importante nos primeiros anos de Apucarana. O local recebeu 13 oliveiras de espécies que são cultivadas em Portugal e também 13 cerejeiras, além pista de caminhada, playground, academia ao ar livre, bancos e gramado. 

Parque Biguaçu

O Parque Biguaçu começou a ser construído em 1978. A obra foi idealizada para conter a erosão gerada pela acelerada destruição da vegetação e o escoamento intenso de águas pluviais. Com o crescimento demográfico da cidade a partir de 1970, a área ficou completamente degradada. Com isso, o processo de erosão evoluiu rapidamente, criando uma imensa cratera no local.

O projeto urbanístico do parque priorizou o controle do problema ambiental, mas também previu a transformação do espaço em nova opção de lazer na cidade. A região já era bastante frequentada pela população por conta da construção em 1966 do Country Club na margem esquerda do Ribeirão Biguaçu, o que ampliava a necessidade de melhorias.

A obra contemplou um plano de combate à erosão, melhorias no sistema viário e também a urbanização dos fundos de vale para preservação das nascentes existentes no local. O projeto urbanístico original previu ainda desvio e a concretagem da calha do Ribeirão Biguaçu, além da construção de estruturas de lazer para a população, como churrasqueiras, parques infantis e quadras esportivas em uma área total de 143.085 metros quadrados.

Recentemente, o Parque Biguaçu foi completamente revitalizado pela Prefeitura. O canal de pedras do córrego foi recuperado, mantendo as características originais da obra. Além disso, o parque ganhou uma nova pista de caminhada em concreto alisado e foram realizadas melhorias nos acessos internos, área de estacionamento, parque infantil, plantio de grama, rampas de acessibilidade, lixeiras, bancos, mesas e reforma de quiosques.

Uma importante área verde no perímetro urbano de Apucarana, o Parque Biguaçu abriga ainda o Parque São Francisco de Assis e o Parque da Bíblia. Esses dois locais atraem grande número de pessoas que procuram momentos de reflexão e descanso.

Praça da Onça

Ponto central e de ligação entre duas grandes praças – a Rui Barbosa e a Semíramis Braga–, a Praça da Onça possui um grande fluxo de pedestres. Popularmente conhecido como Praça da Cascata, o local exibe uma cascata em pedra tendo ao fundo a pintura destacada pela figura de uma onça. Pelos estabelecimentos gastronômicos do entorno, a área transformou-se ainda em “praça de alimentação” no período noturno.

Praça Rui Barbosa

A Praça Rui Barbosa abriga o principal cartão-postal de Apucarana, a Catedral Nossa Senhora de Lourdes. Ponto de referência para apucaranenses e visitantes, esse espaço público localizado no “coração” da cidade tem papel fundamental no desenvolvimento histórico do município. O logradouro foi nomeado inicialmente de Praça Palmas pela Companhia de Terras Norte do Paraná (CTNP), que planejou o município em 1934 e elaborou a planta original de Apucarana. O nome foi alterado em 15 de dezembro de 1948, mais de quatro anos após a emancipação do município, quando foi sancionada a lei 13/1948 aprovada pela Câmara de Vereadores e que previa outras mudanças de nomenclatura de ruas e praças. 

Desde os primeiros anos de fundação de Apucarana, a Praça Rui Barbosa atraiu ao seu redor inúmeros estabelecimentos comerciais e também foi sede dos principais órgãos públicos do município, incluindo a Prefeitura, que funcionou no local nos primeiros anos de emancipação do município – a transferência definitiva para a Rua Erasto Gaertner ocorreu apenas em 1970. É ainda o principal centro comercial de Apucarana. 

O espaço público passou por inúmeras remodelações ao longo de sua história. O local foi sede do primeiro campo de futebol de Apucarana, da primeira igreja de madeira e também da primeira estação de ônibus, quando ainda se chamava Praça Palmas. Com a construção da Catedral Nossa Senhora de Lourdes a partir de 1950, a Praça Rui Barbosa ganhou sua atual formatação, com a igreja instalada no centro do terreno entre as ruas Osório Ribas de Paula e João Cândido Ferreira. Ao longo das décadas, o local passou por inúmeras reformas e ampliações, passando pelas primeiras intervenções de paisagismo, depois pela implantação de jardins-suspensos até os atuais chafarizes e espelhos d’água, platô para atividades artísticas, novos bancos e luminárias.

Uma característica, no entanto, nunca se perdeu ao longo dos anos: a Praça Rui Barbosa sempre foi um local agradável para a circulação das pessoas e para o lazer; dos antigos aos atuais moradores, dos primeiros aos novos visitantes.

O seu nome é uma homenagem ao advogado, jornalista, jurista, político, diplomata, ensaísta e orador Rui Barbosa. Membro-fundador da Academia Brasileira de Letras, ele é um dos maiores intelectuais da história do Brasil. Além de dar nome à praça, Rui Barbosa também é homenageado com uma escultura no local. 

Praça 28 de Janeiro

A Praça Semiramis Braga, popularmente conhecida como Praça 28 de Janeiro, contempla as instalações do primeiro clube de Apucarana, o Clube 28 de Janeiro. O nome da agremiação, fundada em 1945, é uma homenagem ao dia do aniversário do município. Arborizada, a praça conta com um grande calçadão muito utilizado para caminhadas e tem ainda uma unidade da academia ao ar livre.

Localizada no centro da cidade, a praça tem 8.310,00 metros quadrados e foi inaugurada em 28 de janeiro de 1962. É circundada por um bairro que leva o mesmo nome, onde estão localizadas muitas moradias construídas ainda nas primeiras décadas de criação do município por famílias de pioneiros. Até 2017, curiosamente, o espaço público pertenceu ao governo do Paraná.  A doação ao município foi autorizada pela Lei Estadual nº 19.110, de 4 de setembro de 2017, publicada no mesmo dia na edição nº 10.022 do Diário Oficial.

O nome da praça, onde fica também a Biblioteca Pública Municipal de Apucarana, presta homenagem a Semiramis de Barros Braga, mãe do ex-governador do Estado do Paraná, Ney Braga, que inaugurou o espaço público em 1962. Filha de família tradicional curitibana, ela desenvolveu um importante trabalho na área da filantropia e assistência social no Paraná.

 Praça Mauá

A Praça Mauá está localizada no complexo histórico da Estação Ferroviária de Apucarana. Foi inaugurada em 1958 em homenagem ao empresário Irineu Evangelista de Sousa (1813-1889), um dos grandes responsáveis pelo desenvolvimento industrial do Brasil, que recebeu o título de Barão de Mauá em 1854 e de Visconde de Mauá em 1874. A Praça Mauá abriga inúmeros monumentos construídos nos primeiros anos após a criação do município. Está localizada em uma região histórica, onde o desenvolvimento de Apucarana começou com a chegada do primeiro trem de passageiros em 19 de abril de 1943.

Cidade - Apucarana

Área Territorial - 558,389 km² (2020)

População estimada – 136.234 pessoas (2020)

Prefeito – Sebastiao Ferreira Martins Junior (2021)

Gentílico - Apucaranense

Estado - Paraná

País - Brasil

Idioma - Português

Moeda – Real

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