Vale do Ivaí

Mais 53 leitos de covid-19 são desativados na região

28 leitos foram fechados no Hospital da Providência em Apucarana

Da Redação ·
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A Secretaria Estadual de Saúde do Paraná (Sesa) desativou na quarta-feira (1), mais 53 leitos exclusivos para pacientes com Covid-19 nos dois hospitais de referência no tratamento da doença na área da 16ª Regional de Saúde (RS) de Apucarana.

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Conforme o boletim, 28 leitos foram fechados no Hospital da Providência em Apucarana, sendo 9 na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 19 na enfermaria, todos para adultos, e 25 no Hospital Norte Paranaense (Honpar), em Arapongas, sendo 15 na UTI e 10 na enfermaria, todos para adultos.

No total, 143 vagas foram desativadas nos últimos seis meses nas duas unidades de saúde e no Hospital de Nossa Senhora de Fátima, de Jandaia do Sul. 

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O relatório divulgado ontem trouxe um total de 12 pacientes adultos internados nos dois hospitais que agora possuem 54 leitos contratualizados para tratamento exclusivo de pessoas com Covid-19. 

No Providência, até ontem havia um adulto internado na enfermaria que possui agora 10 leitos no total, o que representa ocupação de 10%, e outros quatro adultos na UTI, setor que possui 14 vagas, taxa de ocupação de 28,57%. 

No Honpar, eram dois pacientes na enfermaria, que possui 10 leitos no total, com taxa de ocupação de 20%, e um na UTI, que possui 15 leitos no total e taxa de ocupação de 6,67%.

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O cenário é bem mais favorável, se comparado ao auge da pandemia, com hospitais superlotados. Para o chefe da 16ª RS, Marcos Costa, a redução nos internamentos está diretamente ligada ao avanço da vacinação. 

“Desde o início da pandemia foram tomadas todas as medidas de prevenção, uso de máscara, álcool gel, distanciamento social, tudo para evitar a disseminação da doença. Mas foi a vacina que teve o resultado mais satisfatório. A imunização da população, junto com as medidas preventivas, reduziu o número de casos, internamentos e mortes. Consequentemente foi necessário reduzir o número de leitos nos hospitais”, enfatiza. 

Contudo, Costa ressalta que a ocupação nos hospitais de referência está baixa em relação aos leitos que ainda estão disponíveis e que a população não ficará desassistida, até porque a pandemia ainda não acabou. “Aqueles que forem acometidos pela doença e necessitarem de internamento serão atendidos. E se ocorrer alguma situação, é possível aumentar esses leitos novamente, se houver necessidade”, assinala. 

Por, Cindy Santos 

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