Ivaiporã

Ivaiporã terá nova chance para votar implantação de Colégios Cívico-Militares

Segundo Carlos Gil, depende apenas da vontade da comunidade escolar. A eleição será este ano

Da Redação ·
Em 2020 o projeto educacional foi reprovado por parte da população de Ivaiporã
fonte: Assessoria PMI
Em 2020 o projeto educacional foi reprovado por parte da população de Ivaiporã

O prefeito de Ivaiporã, Carlos Gil, se reuniu com o secretário de Estado da Educação, Renato Feder, na Assembleia Legislativa, onde entregou ofício reforçando a importância da implantação de Colégios Cívico-Militares. 

continua após publicidade

O ofício e abaixo-assinado contendo 2.340 assinaturas da população, que é favorável ao ensino militar, foram entregues na presença do presidente da Assembleia Legislativa, Ademar Traiano.

Renato Feder atendeu ao pedido da população e do prefeito Carlos Gil. Nesse sentido, Ivaiporã terá nova chance de ter dois Colégios Cívico-Militares. Agora, segundo Carlos Gil, depende apenas da vontade da comunidade escolar. A eleição será este ano e a implantação no início de 2022.

continua após publicidade

Vale referir que, em 2020, Carlos Gil – à época candidato a prefeito, formalizou ao governador Carlos Massa Ratinho Júnior o pedido de implantação dos Colégios Cívico- Militares no município e foi prontamente atendido pelo Governo do Estado, que propôs um conceito de gestão compartilhada com diretor militar e diretor-geral.

A implantação do modelo foi de escolha da comunidade escolar por meio de consulta pública. No entanto, o projeto educacional foi reprovado por parte da população de Ivaiporã, enquanto outra parcela da sociedade lamentou a perda da oportunidade.

 Modelo de gestão

continua após publicidade

De acordo com o Governo, 199 colégios da rede estadual adotarão o modelo cívico-militar. Nas escolas com o modelo de gestão os estudantes terão aulas extras de Português, Matemática e Civismo – ênfase no estudo de leis e cidadania. Além disso, os alunos do ensino médio também terão aulas de Educação Financeira.

As aulas continuarão sendo ministradas por professores da rede estadual. Por outro lado, a instituição receberá 2 a 4 monitores militares. A gestão dos colégios será compartilhada entre o diretor civil, que permanece encarregado das questões pedagógicas, e o diretor militar, que é responsável pela infraestrutura, patrimônio, finanças, segurança e atividades cívico-militares.

Segundo o Governo, as escolas que adotaram o sistema têm em regra um desempenho 20% superior à média no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

continua após publicidade

* Assessoria de Imprensa da PMI