Ivaiporã

Aumento de 20,83% nos casos de Covid-19 em Ivaiporã preocupa profissionais de saúde

Um dos principais motivos para o aumento dos casos é devido ao descuido das ações de prevenção contra a doença

Da Redação ·
Centro de Triagem Covid-19 em Ivaiporã
fonte: Arquivo/Assessoria PMI
Centro de Triagem Covid-19 em Ivaiporã

Ivaiporã fechou o mês de novembro com aumento de 20,83% de novos casos de Covid-19.  A Vigilância Epidemiologia do Departamento de Saúde registrou 87 novos casos positivos da doença no mês. Se comparados a outubro quando somou 72 novos diagnósticos, o aumento de contágios na cidade foi de 20,83%. Até o dia 30 de novembro Ivaiporã tinha 903 diagnósticos positivos de coronavírus (Covid-19).  

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Conforme a enfermeira Nilza Fernandes coordenadora municipal de Vigilância Epidemiológica houve aumento tanto na procura no Centro de Triagem quanto na positividade. “Isso é um panorama que observamos em todo o Paraná. Dá impressão que estamos vivendo uma segunda onda, mas ainda é muito cedo para falar nisso”.  

Para Nilza, uma situação que preocupa muito. Segundo a enfermeira, um dos principais motivos para o aumento dos novos casos é devido ao descuido das ações de prevenção contra a doença.

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“As pessoas descuidaram do uso da máscara, do uso do gel e começaram a se aglomerar, principalmente, jovens que voltaram a frequentar festas sem cuidado nenhum. E são essas pessoas que acabam levando o vírus para seus parentes mais idosos, que podem ter complicações”, disse Nilza.   

Ainda segunda a coordenadora da Vigilância Epidemiológica , até a manhã desta terça-feira, o Hospital Regional de Ivaiporã estava com 16 leitos ocupados, que é a maior taxa registrada desde o início do funcionamento do hospital em junho.

“Também por conta de serem agora os leitos SUS que a gente tem referência no Paraná. Como foi desativado alguns leitos de outras regiões estão sendo remanejados para nossa regional”, explicou.  

Nilza diz que a população deve redobrar os cuidados devido ao aumento no número dos casos positivos. “A princípio, a população deve seguir vigilantes. Recomendamos o aumento das medidas de prevenção.  Quem puder ficar em casa que fique, principalmente, o pessoal do grupo de risco. Os que precisam sair que redobrem as medidas de proteção”

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