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Avó de Eduarda nega participação em crime e diz que filho era agressivo 

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A avó da garota Eduarda Shigematsu de 11 anos, que estava desaparecida e foi encontrada morta no domingo (28), Terezinha de Jesus Guinaia, negou a acusação e afirmou que não sabia que a neta já estava morta quando registrou um boletim de ocorrência. 

 O advogado dela, Mauro Valdevino disse, nesta sexta-feira (3), que Terezinha era manipulada e sente medo do filho. Ele ainda disse que a cliente dele procurou pela neta incansavelmente, e falou que Ricardo é um psicopata, extremamente agressivo. 

Eduarda Shigematsu desapareceu numa quarta-feira (24), a avó registrou boletim sobre o desaparecimento já no outro dia, mas o corpo da menina foi encontrado na tarde de domingo (28), nos fundos de uma casa que estava no nome do pai dela, Ricardo Seidi. 

O pai foi preso após confessar para a Polícia Civil que ocultou o corpo da menina após encontrar a filha enforcada na casa onde moravam. Porém o laudo do Instituto Médico Legal (IML) constatou que Eduarda foi morta esganada. 

Segundo a polícia, a avó foi presa temporariamente por 30 dias, suspeita de auxiliar o filho no homicídio e na ocultação do cadáver da neta.

O advogado nega e afirma que a avó passou o dia trabalhando, vendendo verduras. Que Terezinha, depois de chegar em casa e não encontrar a neta, vai até as casas de uma professora e de amigos. Ela procura pela neta até 1h do dia 25. Ainda no dia 24, o advogado afirma que foi o próprio Ricardo que ligou para a Polícia Militar informando sobre o desaparecimento da filha. Na manhã do dia 25 de abril, os dois registram juntos um Boletim de Ocorrência.

“O Ricardo disse em depoimento à Polícia Civil que a mãe sabia do crime, mas não disse o horário. Se ele diz o horário, a informação cai por terra porque a mãe tem álibi”, detalhou o advogado.

O advogado esclareceu que a Justiça passou a guarda de Eduarda para avó porque ela era maltratada pelos pais. A avó passou a cuidar da menina quando a criança tinha 3 anos.

As duas moravam em uma chácara junto com o marido de Terezinha até o fim de 2018. Em novembro, o marido foi morto. Até aquele período, Eduarda não tinha contato com o pai. Depois passaram a morar em um imóvel atrás da casa de Ricardo.

A defesa analisa entrar com um pedido de liberdade provisória.

 

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Edhucca

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