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Prefeito explica medidas adotadas em Jardim Alegre

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Em Jardim Alegre o assunto do momento é a taxa de limpeza pública que passou a ser cobrada pela Sanepar e a revisão da Planta Genérica de Valores (PGV), que define a valorização de imóveis, sendo a base para o cálculo do IPTU. Mesmo com a polêmica na cidade, o prefeito José Roberto Furlan (PPS) defende as decisões tomadas em conjunto com a Câmara de Vereadores. 

Segundo o prefeito, há anos a administração do município sofre com a queda na arrecadação, enquanto as despesas aumentam. “Foi uma decisão difícil, mas foi assumida com muita responsabilidade pela nossa administração e pelos vereadores. Se nós continuássemos do jeito que estava, certamente a Prefeitura teria que fechar as portas, já que as despesas só aumentam e a receita a cada dia fica menor”, argumenta. 

O prefeito explica que a atualização do PGV regulariza a distorção que já vinha desde 1978, quando foi atualizada pela última vez. “Hoje temos situações de casas com valor venal cadastrado em R$ 5 mil, sendo que o valor de mercado é R$ 300 mil e não paga nem R$ 30 de IPTU”, assinala Furlan. 

Com relação à taxa de limpeza pública, Furlan deixa claro, que não se trata de uma nova cobrança, mas uma mudança na forma de recolher a verba que antes era paga junto com o IPTU e agora está sendo parcelada. Além disso, essa alteração fará com que Jardim Alegre se encaixe melhor na Lei de Resíduos Sólidos. 

Também foram criados valores diferentes conforme a quantidade de resíduos gerados. “Quem produz mais lixo vai pagar mais. Quem produz menos pagará menos”, afirma Furlan. 

Segundo Furlan, o objetivo das medidas é para que a cidade se desenvolva e não fique nunca mais na situação difícil em que se encontrava. “Não tem formula mágica, se quisermos uma cidade bonita e desenvolvida precisamos de arrecadação, quer para construir asfalto, fazer a manutenção, manter a cidade limpa e dar mais qualidade de vida para os cidadãos. Hoje a maioria das pessoas está entendo as medidas, a crítica é de alguns que querem fazer politicagem, ou que não têm conhecimento, mas não vem à Prefeitura para saber o fundamento”. 

Furlan diz que prepara o futuro

O prefeito de Jardim Alegre, José Roberto Furlan, observa que muita gente não sabe dos problemas existentes dentro de uma prefeitura e acaba fazendo críticas infundadas. como exemplo, ele cita uma dívida que herdou de R$ 886 mil que já vinha sendo rolada por gestões anteriores. 

“Se não tivesse assinado um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) e parcelado em 60 meses, a Prefeitura já estaria sem certidão negativa. Só para se ter uma ideia, com esses quase R$ 15 mil que estamos pagando mensalmente por irresponsabilidade de gestão lá atrás, daria para fazer 150 metros quadrados de recape por mês. Queremos sim deixar um legado para os futuros prefeitos para que encontrem a Prefeitura em um estado de tranquilidade financeira”, completa Furlan. 


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