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Déficit habitacional preocupa prefeituras 

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Foto: TNOnline
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O número de famílias à espera de moradia na região tem preocupado o poder público local. Em Apucarana, a Secretaria Municipal de Assistência Social quer realizar um levantamento para estimar o número exato do déficit habitacional da cidade. Os últimos números que a Tribuna teve acesso são de 2016 e apontavam uma defasagem de 4,1 mil residências. Em Arapongas, uma pesquisa revelou a necessidade de 9,7 mil moradias. Ambas as prefeituras desenvolvem projetos para reduzir estes números, em parceria com o Governo Federal.

Ana Paula Nazarko, secretária de Assistência Social de Apucarana, afirma que a administração municipal está atenta ao problema. “Atualmente, estamos buscando recursos junto ao Ministério das Cidades para realizarmos um amplo levantamento, com o objetivo de saber qual o número exato de moradias necessárias para acabar com o déficit habitacional no município”, destaca.

Estes números vão basear os próximos empreendimentos imobiliários na cidade, que já estão sendo traçados. Enquanto os residenciais Fariz Gebrim (520 casas), Solo Sagrado (500) e Jardim Barcelona (591) estão em fase de construção, há ainda a expectativa de mais 1,5 mil casas, aproximadamente. Estas novas residências seriam construídas através das segundas fases do ‘Fariz Gebrim’ e do ‘Solo Sagrado’.

Os residenciais Solo Sagrado e Fariz Gebrim são os que estão mais próximos de serem entregues. As casas estão sendo construídas na zona norte da cidade, pelo Programa Minha Casa Minha Vida, para famílias com renda de até R$ 1,8 mil mensais. O ‘Solo Sagrado’ já está em fase de sorteio das unidades habitacionais entre os cadastrados na prefeitura. A entrega está prevista para setembro deste ano.Já o ‘Fariz Gebrim’ está com 62,6% das obras realizadas, de acordo com a Caixa Econômica Federal (CEF), e deve ser entregue também neste ano. Ainda segundo a CEF, houve um atraso na execução porque a construtora teria tido dificuldades em encontrar mão de obra especializada na região, além de ter enfrentado condições climáticas desfavoráveis e problemas ocasionados por uma recuperação judicial.

ARAPONGAS
O déficit habitacional também preocupa a prefeitura de Arapongas. São, de acordo com a Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), 9.720 famílias à espera de uma residência. Ainda não há unidades habitacionais sendo construídas na cidade, mas a previsão é de que a cidade receba cerca de 2,3 mil casas nos próximos anos, que deverão ser construídas em etapas.“Acredito que neste mês de março já teremos novidades importantes para a nossa cidade”, afirma Sérgio Onofre, prefeito de Arapongas. Segundo ele, dois ‘blocos’, de 500 casas cada, devem ser aprovados. “Estamos dependendo apenas do aval da Caixa. Infelizmente, a burocracia da empresa ‘amarra’ os projetos habitacionais, que já estão tramitando há cerca de um ano. Temos um déficit habitacional alto e estas novas unidades são de suma importância para a nossa cidade”, afirma.


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