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Colocações no mercado de trabalho crescem 61% na região

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As Agências do Trabalhador na região aumentaram em 61,6% o preenchimento de vagas em 2017, mesmo com um número menor de pessoas procurando emprego através destes órgãos em comparação com 2016. O desempenho das unidades da região contribuiu para que o Paraná conquistasse, pelo segundo ano consecutivo, o primeiro lugar no ranking nacional que avalia o Programa de Intermediação de Mão de Obra.

Os números são da Secretaria Estadual de Justiça, Trabalho e Direitos Humanos (Seju). De acordo com o levantamento, 2.949 pessoas conseguiram um emprego em 2017 através das oito Agências do Trabalhador da região, ante as 1.825 pessoas que conseguiram no anterior. O índice é ainda mais significativo porque o número de candidatos a uma vaga de emprego caiu 14,7%. Ao todo, 8.679 pessoas se candidataram a uma vaga na região no ano passado. Em 2016, este número foi de 10.170.Por ter havido queda no número de candidatos, os encaminhamentos também caíram, passando de 21.511 para 17.483, redução de 18,7%. 

Já o número de vagas ofertadas pelas empresas no período ficou praticamente estagnado: 4.649 contra 4.610, alta de 0,8% em 2017.Em Apucarana, o número de colocações mais que dobrou em relação ao ano anterior. Foram 985 pessoas que conseguiram um emprego através da Agência do Trabalhador local em 2017, contra 483 em 2016, alta de 103,9%. O prefeito Beto Preto (PSD) elogiou o trabalho desenvolvido na unidade apucaranense. 

“Apesar de enxuta, nossa Agência do Trabalhador é extremamente eficiente, com os profissionais realizando buscas ativas de vagas, ou seja, entrando em contato diário com as empresas à procura de vagas”, diz.A construção civil foi um dos grandes destaques na criação de vagas. “As obras de duplicação da BR-376 e o novo Plano Diretor da cidade contribuíram bastante para este ótimo resultado. O Plano Diretor, aliás, mudou a cara da cidade através dos vários prédios que estão sendo construídos”, destaca Beto.

ARAPONGAS
Em Arapongas, o aumento foi de 53,4%, passando de 696 colocações para 1.068. Gerente da Agência do Trabalhador araponguense, Queli Cristina Braz explica que houve uma mudança no sistema de trabalho da unidade em 2017. “Fizemos um trabalho muito forte na divulgação de vagas, no contato com as empresas e também na qualificação do nosso quadro de funcionários. Todos os servidores que trabalham na Agência fizeram um curso em Curitiba, o que nos auxiliou a aumentar a eficiência”.Segundo ela, um curso de preparação para entrevistas de emprego também foi ofertado para os candidatos. 

“Estamos bastante empolgados para 2018 e queremos aumentar ainda mais os números. O início deste ano já dá mostras de que pode ser bastante positivo”, afirma.O maior índice foi registrado em Ivaiporã, que teve alta de 163%. A Agência do Trabalhador do município conseguiu empregar 384 pessoas em 2017, contra 146 no ano anterior.Das oito agências da região, duas registraram queda no número de colocações: São Pedro do Ivaí, com redução de 15,2% e Faxinal, onde as colocações foram 25,2% menores em 2017 no comparativo com ano anterior.

Paraná lidera ranking nacionalPelo segundo ano seguido o Paraná ficou em primeiro lugar no ranking que avalia o Programa de Intermediação de Mão de Obra. Os dados são do Ministério do Trabalho e refletem o desempenho dos estados em 2017.No Brasil, no ano passado, 508.189 pessoas conseguiram um emprego pelas Agências do Trabalhador. Destes, 107.978 foram nas agências do Paraná, o que representa mais de 21% do total.Em segundo lugar na lista vem São Paulo, com 74.178, representando 14% do valor nacional.O Paraná registrou um aumento no número de colocados em 2017, como explica o secretário estadual da Justiça, Trabalho e Direitos Humanos, Artagão Júnior. “Esse resultado demonstra todo o esforço que a equipe da Secretaria tem feito e também reflete as boas políticas públicas adotadas pelo governo Beto Richa, decisões acertadas que possibilitaram uma retomada de desenvolvimento antecipado em relação ao resto do país”, afirmou.O Paraná ainda conseguiu aumentar o número de colocados em 72%. Em 2016 foram 78 mil colocados nas agências do Estado. No ano seguinte foram quase 108 mil”.

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