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Preços dos alimentos têm alta de 1,98% nos últimos 12 meses

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O custo dos 25 alimentos mais consumidos no Vale do Ivaí e que integram a cesta básica registrou uma pequena alta de 1,98%, entre janeiro deste ano e o início do ano passado. O índice é menor que inflação de 2017, calculada em 2,95%. Se em janeiro do ano passado o consumidor gastava R$ 200,85 para comprar os produtos pesquisados, nesta semana teve que desembolsar R$ 204,83 para adquirir os mesmos produtos. A tabulação de preços é feita pela regional de Ivaiporã da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab)

Segundo Randolfo Oliveira, o engenheiro agrônomo do Deral, a cotação dos preços de varejo regional são realizadas mensalmente durante o ano todo, nos mesmos estabelecimentos comerciais, explica. As marcas e os tipos de produtos também são levados em consideração. “Existe uma variedade enorme de marcas e tipos de alimentos. As pesquisas são feitas de forma sincronizada nos mercados da região, procurando uma melhor avaliação da evolução dos preços”, destaca Oliveira. 

O índice só não foi menor por conta das hortaliças e frutas que tiveram aumento de 21,19%, principalmente após as chuvas do fim do ano, que prejudicaram a produção regional. A batata lisa, que em janeiro de 2017 era comercializada R$ 1,49 o quilo, esta semana estava sendo vendida a R$ 2,99. O tomate subiu de R$ 1,29 para R$ 2,69. Somente a maçã nacional teve queda e baixou de R$ 5,16 para R$ 4,99. “O aumento dos preços dos hortifrutis, principalmente este mês é explicado pelas chuvas excessivas desde a véspera do natal”, comenta Oliveira. 

As carnes também tiveram alta nos supermercados, em média de 1,75%. Grãos como feijão carioca, café, arroz e derivados de trigo e milho como farinha de trigo e fubá, caíram 1,89%. A queda de preços dos derivados leite e os ovos foi de 1,29% 

NO BRASIL 

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), fechou o ano de 2017 com inflação de 3,23%. A taxa é menor que a de 2016, quando fechou com inflação de 6,18%.  Em dezembro, o IPC-S registrou inflação de 0,21%, abaixo do 0,36% de novembro. Das oito classes de despesa que compõem o índice, a alimentação foi a que teve a maior alta da taxa, ao passar de uma deflação (queda de preços) de 0,26% em novembro para uma inflação de 0,27% no mês seguinte.




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