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Sebrae/PR apresenta resultados da pesquisa do mercado imobiliário em Londrina

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As 40 empresas participantes do projeto da Construção Civil do Sebrae/PR, em Londrina, conheceram nesta terça-feira (5), os resultados da Pesquisa do Mercado Imobiliário de Londrina, elaborada pela Bureau de Inteligência Corporativa (Brain). Participam do projeto construtoras, incorporadoras, escritórios de arquitetura, indústrias de bloco cerâmico, entre outras. As informações foram apresentadas por Marcos Kahtalian, da Brain, durante evento realizado na sede do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Norte do Paraná (Sinduscon Norte/PR), parceiro da iniciativa.

O consultor do Sebrae/PR, Rubens Negrão, explica que o foco do projeto é trabalhar a inteligência de mercado. Segundo ele, a pesquisa vai oportunizar a essas empresas o acesso a informações estratégicas. O levantamento analisou, por exemplo, o perfil dos consumidores, faixa de renda, onde moram, se pretendem comprar um imóvel nos próximos dois anos, se preferem casa ou apartamento, quais valores estão dispostos a pagar.

Negrão acrescenta que a pesquisa trouxe informações sobre a oferta atual de imóveis disponíveis em Londrina para analisar se o estoque é compatível com a intenção de compra dos londrinenses. “A cidade está em uma situação muito favorável, porque conseguiu vender grande parte das unidades disponíveis. Hoje, possui um estoque menor comparado a outros centros”, avalia. O gargalo, segundo ele, está na demanda. “A expectativa de compra é baixa, por enquanto, especialmente por conta da restrição de crédito”, aponta.

O arquiteto e vice-presidente de Tecnologia e Qualidade do Sinduscon Norte/PR, Clóvis Bohrer, destaca a importância da divulgação da pesquisa para a tomada de decisão das empresas. O que chamou a atenção, segundo ele, foram algumas informações peculiares, como, por exemplo, o fato de a cidade ser um dos maiores mercados pets do Brasil. “Isso impacta na construção civil, principalmente na definição de produtos”, analisa.

Para a gerente financeira da Terra Nova Engenharia, Luciana Moura, a pesquisa representou um grande “presente de Natal”. Segundo ela, as empresas do setor trabalham hoje no sentido de enxergar oportunidades e, com o levantamento, elas ficaram mais claras. “Os números mostraram as lacunas que ainda valem a pena e devem ser exploradas”, justifica. Luciana diz que o momento é de planejamento para que as oportunidades apresentadas possam ser colocadas em prática em 2018.

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