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Operador de retroescavadeira sofre acidente de trabalho em Astorga

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Um homem ficou ferido após sofrer um acidente de trabalho na manhã desta quinta-feira (20) em Astorga. O funcionário que prestava serviços para a prefeitura municipal teve fratura exposta ao ser atingido pela pá carregadeira de uma retroescavadeira.

O acidente foi registrado por volta das 08h30, quando a vítima deu entrada no Hospital Cristo Rei em Astorga. No local, os socorristas prestaram os primeiros atendimento à vítima que posteriormente foi transferida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Hospital Metropolitano de Sarandi.

De acordo com Samu de Maringá, que atendeu a ocorrência, o trabalhador foi encaminhado consciente e orientado com fratura exposta no braço e laceração de aproximadamente 10 centímetros. Apesar dos ferimentos, sua situação é considerada estável.

Número de acidentes de trabalho cresce 12% em três anos na região
A morte do caminhoneiro Anselmo Barros Agostinho, de 33 anos, na primeira quinzena de abril, enquanto carregava o caminhão numa empresa de alimentos, de Faxinal, chamou a atenção para um perigo corriqueiro na vida do trabalhador, o risco de acidente no ambiente de trabalho. 

Nos últimos três anos, a 16ª Regional de Saúde (RS), de Apucarana, registrou 821 casos de acidentes de trabalho. O levantamento revela um crescimento contínuo de acidentes de trabalho neste período. De 2014 para 2016, os números revelam um avanço de 12%, passando de 256 registros para 287. 

Segundo dados da Previdência Social, o Brasil registra uma média superior a 700 mil acidentes de trabalho por ano, desde de 2010. De acordo com o levantamento, em 2014, foram 704 mil acidentes de trabalho, sendo 2.783 casos fatais, e 251,5 mil que resultaram em afastamentos por período superior a quinze dias. 

De acordo com o último boletim da Previdência Social, publicado em 2014, que traz dados de 2004 a 2013, revela que as principais causas de afastamento por acidente de trabalho são fraturas de dedos, punho e mão, perna inclusive tornozelo, clavícula e amputação traumática de dedos. Também aparecem entorse e distensão do tornozelo, lesões de ombro, entre outras.

Na região, no último ano, dos 287 trabalhadores que sofreram algum tipo de acidente, 208 ficaram com alguma incapacidade temporária, 5 com incapacidade parcial permanente e 1 com incapacidade total permanente para o trabalho, e dois morreram durante o exercício da profissão. Em 2015, o número de óbitos foi o mesmo, 2.  

(Colaboração - Vanuza Borges/Tribuna do Norte)

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