Região

Assembléia de Deus de Apucarana faz campanha por doação de sangue

Da Redação ·

Dentro das ações do projeto SOS- Eben Ezer, a Igreja Evangélica Assembléia de Deus, de Apucarana, promove iniciativa para estimular o ato de doar sangue.

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Nesta semana, o pastor-presidente, Daniel Sales Acioli, e o sargento da PM e evangélico membro Daniel Rodrigo de Souza estiveram no Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar) - unidade de Apucarana - para dar seqüência à campanha levada a efeito pela denominação religiosa. Doar sangue é um ato de amor a Deus e ao próximo, afirmou o sargento Rodrigo

Paralelamente, estão em curso as atividades da Semana do Doador. A direção do Hemepar explica que continua na busca da ampliação do número de doadores em todo Estado. De acordo com o diretor do Hemepar, José Lúcio dos Santos, este aumento é imprescindível para atender a demanda de hemocomponentes nos hospitais que atendem os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). O processo de recrutamento de doadores deverá ser intensificado com maior oferta de coletas externas que aproximam o banco de sangue da comunidade.

Ao todo são 24 unidades hemoterápicas, distribuídas nas 22 regionais do Estado que funcionam em forma de rede, além de unidades móveis, como é o exemplo das que operam em Curitiba e Região Metropolitana. A rede é importante para assegurar o abastecimento em todo o Estado, nos casos de falta de estoque. Mesmo assim em determinadas épocas, como nos períodos de férias e feriados prolongados, a rede enfrenta problemas com a queda do número de doadores. Isso ocorre não só pelo aumento de acidentes, normalmente registrados nesses períodos, mas também pelo deslocamento das pessoas de seus locais de origem, afirma José Lúcio.

De acordo com Maria Lucia Doetzer, do setor de captação, a meta do Hemepar é aumentar a coleta diária de sangue de 80 para 150 bolsas. Dessa forma será possível beneficiar, por exemplo, o atendimento das Unidades de Tratamentos Intensivos (UTIs) do SUS, que atualmente é de apenas 50% dos leitos.


CONTROLE - Para controle da qualidade do sangue coletado, o doador preenche um cadastro com perguntas sobre seu comportamento. Também passa por um exame clínico e teste de anemia. Entre os impedimentos temporário estão as vacinas composta de vírus ou bactérias vivos, como a febre amarela. Para esses casos é necessário um intervalo de três a quatro semanas. Já os compostos de vírus ou bactérias mortas, como o tétano, exigem um período mínimo de 48 horas.

Além disso, também não poderá doar a pessoa que apresentar gripe ou febre, gravidez ou amamentação; e tatuagem ou piercing, colocados a menos de dois anos. Entre os casos que impedem a doação definitiva está o comportamento de risco em relação a AIDS, hepatite após os 10 anos de idade, malária ou doença de Chagas.