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    Em novo depoimento, suspeito nega homicídio mas assume relação com bailarina

     Foto: Divulgação  / Polícia Civil
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    Escrito por Da Redação
    Publicado em 29.02.2020, 19:08:00 Editado em 01.03.2020, 09:31:37
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    O principal suspeito de ter estuprado e matado a bailarina maringaense Maria Glória Poltronieri Borges, conhecida com Magó, apresentou uma versão diferente para o crime em novo depoimento. Flavio Campana, de 40 anos, afirmou que manteve relações sexuais de forma consensual com a vítima e nega que tenha cometido o homicídio. Ele foi preso em Apucarana nesta sexta-feira (28).

    As informações são do delegado do setor de Homicídios de Maringá, Diogo de Almeida, que investiga o caso. De acordo com ele, em novo depoimento, o suspeito confirmou que encontrou com a vítima na cachoeira e manteve relações sexuais, mas nega que a tenha matado. Em seu primeiro depoimento, ele negou que tivesse encontrado a bailarina no local do crime.

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    O delegado informou ainda que o suspeito utilizou uma estratégia parecida em depoimento sobre um crime de estupro cometido em 1998, na cidade de Rio Bom, no Vale do Ivaí, pelo qual foi apontado como principal suspeito. Na época ele também afirmou que o ato teve consentimento da vítima.

    Mesmo assim, a polícia não tem dúvidas sobre a participação de Campana no assassinato de Magó, já que material genético coletado no corpo da vítima é compatível com o DNA dele, como apontou o resultado dos exames realizados pelo Instituto Médico Legal (IML).

    O suspeito foi preso em uma casa, na Avenida Curitiba, na Barra Funda nesta sexta-feira (28), em uma operação que envolveu policiais civis de Apucarana, Maringá e Marialva.

    Magó foi encontrada morta na tarde do dia 26 de janeiro, depois de ter ido acampar na cachoeira Massambani, em Mandaguari.




    Com informações Ric Mais

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