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    Homem acusado de matar ex-mulher com 40 facadas em Marialva vai a júri popular

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    O homem acusado de matar uma mulher com 40 facadas em Marialva, no norte do Paraná, será julgado por júri popular pelo crime de feminicídio. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (31), pela Vara Criminal de Marialva.

    O crime ocorreu em julho de 2019 porque, segundo as investigações, a vítima não aceitava o fim do relacionamento extra conjugal que mantinha com Márcio Antônio Correa, de 43 anos. Correa confessou o crime à Justiça.

    Testemunhas ouvidas no processo contaram que a vítima, a copeira Diva de Oliveira, que tinha 45 anos, se relacionou com Correa durante cinco anos e os dois chegaram a morar juntos por 15 dias, após ele se separar da esposa.

    O acusado disse à Justiça que matou Diva durante uma discussão. No interrogatório, Correa disse que no dia do crime foi à casa da vítima porque se sentia 'acuado' pelo comportamento dela.

    Disse que eles tinham terminado no fim de 2018, mas continuava recebendo mensagens de Diva.

    Suspeito disse à polícia que matou mulher em Marialva porque vítima não aceitava o fim do relacionamento

    "Eu e minha esposa reatamos, mas acho que ela [Diva] sempre passava em frente [de casa] para saber se realmente tinha voltado com a minha esposa. O relacionamento não deu certo, e mesmo assim ela continuava passando em frente. Então fui lá conversar para ela parar de ficar passando na frente da casa, porque estava me sentindo acuado", disse em depoimento.

    Correa foi preso quando tentava se esconder no quintal da casa da vítima. Vizinhos chamaram a Polícia Militar (PM) após ouvirem gritos de socorro.

    A Justiça aceitou os argumentos da acusação de levar o caso à Júri Popular, além da acusação de feminicídio. Conforme o Ministério Público do Paraná (MP-PR), o crime teve os agravantes de ter ocorrido por motivo fútil, com uso de meio cruel e mediante simulação do acusado.

    Ainda não há data para a realização do julgamento. Conforme a decisão, o acusado permanecerá preso até a sentença do júri.

    (Do G1 PR)

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