Região

Saúde do Paraná é a mais desenvolvida do País

Da Redação ·
A edição 2010 do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), divulgado nesta segunda-feira (27) pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, aponta saúde do Paraná como a mais desenvolvida do País
fonte: Arquivo TN
A edição 2010 do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), divulgado nesta segunda-feira (27) pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, aponta saúde do Paraná como a mais desenvolvida do País

A edição 2010 do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), divulgado nesta segunda-feira (27) pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, aponta saúde do Paraná como a mais desenvolvida do País, com índice de 0,8762 - considerado de alto desenvolvimento. Crescimento de 1,2 em relação ao IFDM - Saúde 2009. Além da Saúde, o estudou levou em avaliou dados de educação e de emprego e renda. Na somatória das três áreas o Paraná ficou em segundo lugar entre os estados, com o IFDM de 0,8244. São Paulo foi apontado como o melhor, com o IFDM de 0,8697.
 

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Para compor o IFDM-Saúde, a Firjan analisou dados oficiais do Ministério da Saúde do ano de 2007, sendo: número de consultas pré-natal, óbitos infantis por causas evitáveis, óbitos por causas mal-definidas. Dos 399 municípios paranaenses 268 municípios (67,2%) avançaram no desenvolvimento em relação à edição 2009 do IFDM Saúde. O de 0,9664. Em razão disso, no ranking municipal Rondon passou de 41º em 2009 para a 9º em 2010.
 

Para o secretário da Saúde, Carlos Moreira Júnior, o índice alcançado pelo Paraná é resultado das políticas públicas do setor nos últimos anos. “Avançamos na média e alta complexidade, mas também na promoção à saúde, com a prevenção de doenças como a diarréia e a pneumonia e fortalecemos a parceria com a Pastoral da Criança”, afirmou. De acordo com ele, ações como o Nascer no Paraná: Direito à Vida são determinantes para estes índices.
 

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Desde 2003 o Governo do Paraná implantou diversas políticas públicas que contribuem para a redução da mortalidade materno-infantil, como os centros da Mulher e da Criança, intensificou a vigilância das causas de morte materna e infantil - através dos comitês estaduais e municipais - e ampliou o programa de saneamento básico e água tratada.


A defasagem temporal de três anos entre o IFDM 2007 e sua divulgação em 2010 ocorre porque são usadas somente estatísticas oficiais. De acordo com a Firjan, apenas em 2010 foi possível reunir ao mesmo tempo dados de 2007 de todos os ministérios envolvidos.
 

Metodologia - O IFDM considera, com igual ponderação, as três principais áreas de desenvolvimento humano, a saber, emprego e renda, educação e saúde. A leitura dos resultados – por áreas de desenvolvimento ou do índice final – é bastante simples, variando entre 0 e 1, sendo quanto mais próximo de 1, maior o nível de desenvolvimento da localidade.
 

Neste sentido, estipularam-se as seguintes classificações: municípios com IFDM entre 1,0 e 0,8 de alto desenvolvimento, entre 0,8 e 0,6 de desenvolvimento moderado; entre 0,6 e 0,4 de desenvolvimento regular; e entre 0,4 e 0 são considerados de baixo estágio de desenvolvimento.