Região

Polícia persegue suspeitos de matar delegado

Da Redação ·
Policiais ainda fazem buscas por suspeitos na região
fonte: clicrbs.com.br
Policiais ainda fazem buscas por suspeitos na região

A polícia persegue na tarde desta quinta-feira os suspeitos de matar o delegado José Antônio Zuba Oliva, 47, durante uma abordagem a um camping em Pontal do Paraná, litoral do Estado. A última informação é de que bandidos e policiais se confrontaram em Santa Catarina e, na troca de tiros, dois suspeitos morreram e um fugiu em direção a um matagal.

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Segundo o delegado Luiz Alberto Cartaxo, que se dirigia ao local, por volta das 11h policiais de Santa Catarina e do Paraná cercavam o mato onde o terceiro suspeito se escondeu.

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De acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública do Paraná, a perseguição começou depois que um policial da Polícia Rodoviária Estadual cruzou com os três suspeitos em uma rodovia do litoral. Neste primeiro confronto, os três atiraram no policial, que revidou e atingiu um dos suspeitos. Mesmo assim, eles fugiram na viatura da polícia e seguiram em direção à Santa Catarina. A Polícia Militar do Estado vizinho foi acionada e conseguiu cercar os suspeitos.

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Um dos suspeitos da morte do delegado já havia sido preso na terça-feira (24). Segundo a Secretaria de Segurança Pública, Francisco Diego Vidal Coutinho, 20, é fugitivo de uma delegacia de Niterói, no Rio de Janeiro.

Os três homens perseguidos pela polícia seriam Felipe, também conhecido como "Tex", Paulo "Tutancamon" e Paulo "Guanchinho". Os dois últimos são fugitivos do presídio de Bangu 4, também no Rio. Nesta quarta-feira, a polícia divulgou um retrato falado dos homens.

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Os retratos foram feitos com a ajuda de duas investigadoras que acompanhavam Zuba no momento em que foi baleado. O delegado, que investigou o assassinato da psicóloga Telma Fontoura, 53, sobrinha do ator Ary Fontoura, foi até o camping após uma denúncia de que homens armados estavam no local.

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De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, ele, o funcionário público Adilson da Silva, que acompanhava o delegado, e as duas investigadoras foram recebidos com tiros. O delegado morreu na hora; Silva também foi ferido e morreu durante uma cirurgia em Curitiba.

Desde o crime, barreiras foram feitas em todas as estradas que dão acesso à região para localizar os criminosos, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública.