Região

Jandaia busca melhorias no trevo da BR 376

Da Redação ·
Trecho de cruzamento com a linha férrea é frequentemente local de acidentes - Foto: Delair Garcia
fonte:
Trecho de cruzamento com a linha férrea é frequentemente local de acidentes - Foto: Delair Garcia

A Prefeitura Municipal de Jandaia do Sul realizou hoje pela manhã uma reunião de gabinete com o objetivo de discutir soluções para o trecho da BR-376, na entrada do município - no ponto de cruzamento com a linha férrea. Acidentes de trânsito, envolvendo composições ferroviárias são frequentes no local.

continua após publicidade

De acordo com o prefeito de Jandaia do Sul, Dejair Valério, a América Latina Logística (ALL), a VIAPAR e o DER (Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Paraná) foram convocados para a reunião de modo a discutir uma solução para melhorar a segurança no local. Mas, representantes dos órgãos, não compareceram. “Estamos tentando resolver a situação antes que outros acidentes ocorram, mas infelizmente os órgãos responsáveis não deram esclarecimento. As faixas de domínio da BR-376 e da linha férrea não são de responsabilidade do município, logo devemos recorrer a medidas externas. Há hipóteses de mudança para o local como redutores de velocidade, novos semáforos e até a criação de uma trincheira que poderia melhorar o fluxo de veículos, mas, não temos como resolver a situação sem ajuda” comenta o Prefeito Dejair Valério.

A reunião havia sido marcada para as 10h. Até às 10h40min nenhum representante dos órgãos convocados havia comparecido.

continua após publicidade

Para comerciante Wesley Costa, de 45 anos, além dos acidentes, outros problemas como o barulho dos trens passando pela cidade também são motivo de transtorno aos moradores. “Perto da segunda entrada de Jandaia, na região central, o barulho dos trens causa muito transtorno aos moradores... Durante a madrugada de três a quatro trens chegam a passar no local, o que causa grande incômodo”, cita Wesley Costa.

O TNonline tentou entrar em contato com a assessoria da ALL e da VIAPAR. Até a manhã nenhuma delas havia sido contatada.