Região

Hospital do Coração aguarda equipamentos

Da Redação ·
 Obras do Hospital do Coração
fonte: Edson Denobi
Obras do Hospital do Coração

A inauguração da parte ambulatorial do Hospital das Cerejeiras, em construção em Apucarana e que projeta ser um dos mais modernos da América Latina na atenção especialiazada e exclusiva à cardiologia, deve acontecer dentro de três a quatro meses.

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O início das atividades chegou a ser cogitado já dentro da 16ª Festa da Cerejeira (que prossegue até domingo na Acea), mas devido ao atraso no envio dos equipamentos para a unidade, financiada pela holding japonesa Tokushukai através da Fundação do Coração Vilela Batista, teve que ser adiado. O estágio atual da obra foi detalhado nesta semana ao prefeito João Carlos de Oliveira (PMDB)  pelo médico idealizador do empreendimento e presidente da Fundação, Randas Vilela Batista. Na oportunidade, também esteve presente o secretário de Meio Ambiente e Turismo, João Batista Beltrame (Joba).

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O Hospital das Cerejeiras está sendo erguido em formato de templo japonês e ocupa terreno em parte cedido em regime de comodato pela colônia japonesa através da Associação Cultural e Esportiva de Apucarana (Acea) e outra em regime de doação pela prefeitura, estando anexo ao Parque Municipal Jaboti. O empreendimento é uma proposta do médico e presidente da fundação, Randas José Vilela Batista, considerado um dos cirurgiões do coração mais importantes do País, e reconhecido internacionalmente após a invenção de um método batizado de ''Operação Batista'', que descarta a necessidade de transplante do órgão.

Com investimento estimado em US$ 10 milhões, o hospital vai contar com equipamentos de última geração, ainda inexistentes no Brasil. Os recursos para a construção são bancados pela holding japonesa Tokushukai, considerada uma das maiores corporações de saúde do mundo, de propriedade do megaempresário Torao Tokuda, dono de uma rede com cerca de 160 hospitais no Japão.

Como diferencial, o hospital de Apucarana terá equipamentos modernos, como um tomógrafo que custa US$ 3 milhões. Terá 100 leitos e buscará credenciamento para atendimento de pacientes através do Sistema Único de Saúde (SUS), do Governo Federal. Futuramente, um hotel para apoio aos familiares de baixa-renda de pacientes deve ser também construído anexo ao hospital.