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Padre que foi de Apucarana nega acusação de pedofilia

Da Redação ·
 o padre José Afonso Dé, 74, vigário paroquial da Igreja São Vicente de Paulo, no Jardim Tropical, em Franca
fonte: Imagem ilustrativa
o padre José Afonso Dé, 74, vigário paroquial da Igreja São Vicente de Paulo, no Jardim Tropical, em Franca

Após ter sido acusado por quatro jovens, entre 12 e 16 anos, de suposto abuso sexual, o padre José Afonso Dé, 74, vigário paroquial da Igreja São Vicente de Paulo, no Jardim Tropical, em Franca, no Interior paulista, prestou declarações à imprensa na tarde de sexta-feira (26) sobre as supostas denúncias de pedofilia envolvendo seu nome. Durante muitos anos Dé trabalhou na Paróquia Cristo Rei, no Jardim Diamantina, na região Norte de Apucarana.

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Há vários dias ausente da cidade paulista, padre Dé retornou a Franca na quinta-feira à noite, vindo de Canápolis (MG). A par da denúnciA divulgada pelo Comércio, de Franca, na quinta-feira, 25, ele disse por telefone ao seu advogado, Eduardo Caleiro, ser totalmente inocente. A Polícia Civil confirmou hoje (29) que investiga o caso, que corre sob segredo de justiça.

À imprensa de Franca padre Dé reforçou o que havia dito anteriormente e através de um comunicado oficial, leu e declarou não ter conhecimento das situações que foram relatadas pelos jovens.

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AFASTAMENTO - O bispo de Franca, Dom Pedro Luiz Stringhini adiantou ao Comércio, em entrevista ao repórter Marco Felippe, que já seria certa a decisão de que Padre Dé será afastado da Paróquia São Vicente de Paulo, na qual está há 18 anos, e não exercerá sua função aqui em Franca. Dom Pedro ainda não esteve com padre Dé desde que as denúncias foram divulgadas.

Com informações do Comércio, de Franca