Região

Ensino integral replaneja ações para o novo bimestre

Da Redação ·
 Também foram analisados alunos que apresentaram faltas além do normal
fonte: Assessoria prefeitura de Apucarana
Também foram analisados alunos que apresentaram faltas além do normal

Diretoras, coordenadoras e professoras das 37 escolas municipais de Apucarana cumpriram nesta sexta-feira (19/03) mais um estágio previsto dentro do calendário anual de planejamento estabelecido pela Secretaria de Desenvolvimento Humano. Com as aulas dispensadas aos alunos, os profissionais promoveram um trabalho interno de replanejamento das ações pedagógicas. “Está é uma atividade que realizamos todos os anos ao final de cada bimestre e serve para avaliarmos os dias letivos cumpridos e estabelecer novas estratégias para solução de possíveis demandas”, assinala professor Cláudio Silva, secretário da pasta.
 

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Durante a atividade de replanejamento, por exemplo, as equipes procuram identificar os alunos que estão com maior dificuldade no aprendizado. “Neste dia há também a disponibilidade dos professores e equipe técnica-pedagógica da Secretaria, em contatarem com familiares e investigarem melhor possíveis motivos para este déficit”, explica Silva.
 

Também são priorizados os casos de alunos que apresentaram faltas além do considerado normal. “O replanejamento é fundamental, sobretudo no que tange o sistema de ensino integral. Iniciamos o ano com um planejamento, mas na prática, quando nos deparamos com a realidade das salas de aula, sempre há um ponto ou outro novo, que precisa ser reavaliado”, reforça professora Rute Marquizete Burato, diretora do Departamento de Ensino Fundamental da Prefeitura de Apucarana. Ela lembra que no decorrer do ano, outras “paradas” para avaliação são realizados através dos encontros de pólos, conselhos de classe, seminários, fóruns, semanas pedagógicas e outros. “Temos um plano de capacitação continuada, que faz com que nossos profissionais estejam sempre atualizados e possam oferecer a educação na sua integralidade aos nossos alunos”, conclui professora Rute.