Região

Arrombadores explodem caixa eletrônico em Mauá da Serra

Da Redação ·
Ladrões destruíram setor de autoatendimento de banco em Mauá da Serra
fonte: P. Guri/Mauá Notícias
Ladrões destruíram setor de autoatendimento de banco em Mauá da Serra

Arrombadores praticamente destruíram a agência bancária da Cooperativa de Crédito Sicredi, em Mauá da Serra (54 km ao sul de Apucarana), na madrugada de hoje (29). O criminosos provocaram explosão para abrir o caixa eletrônico. Furtos do gênero já ocorreram em Grandes Rios, Borazzópolis, Arapuã e outros município da região

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A sala de auto atendimento foi totalmente danificada. Estilhaços de vidro ficaram espalhados e o gesso desmoronou. Apenas dois coisas ficaram intactas - a porta giratória e o cofre do caixa eletrônico. Os bandidos não tiveram acesso ao dinheiro. A tentativa de furto ocorreu às 3h20, conforme relatou a Polícia Militar.

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A Polícia Civil  realizou levantamento no local para apurar pistas que levem aos ladrões. "Houve danos de grande monta no prédio devido a explosão, mas não levaram nada. Acionamos a perícia criminal para ser instaurado um inquérito. Usaram bastante explosivo, não sabemos se foi algum material caseiro ou dinamite", disse o delegado Gustavo Dante da Silva, de Marilândia do Sul, mas que também respode por Mauá da Serra.

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Na última terça-feira (26), arrombadores tentaram furto em caixa eletrônico da agência do Itaú, em Califórnia (19 km ao sul de Apucarana), mas fugiram abandonado maçarico e outros equupamentos quando o alarme soou. " O que mais chama a atenção da gente, não tirando a responsabilidade da Polícia, é que o banco não tem nenhum vigia e não tem nenhuma câmera de vigilância. Isso facilita a ação dos criminosos", avaliou o delegado Gustavo Dante.

A Polícia Civil investiga ainda se os criminosos que explodiram agência do Sicredi também teria ameaçado policiais militares de Mauá da Serra. "O que chama atenção também é que no momento do fato, o portão da Polícia Militar estava trancado. Alguém passou cadeado do lado de fora do portão para impedir o deslocamento da viatura após a explosão. Os dois fatos podem ter relação, mas está difícil apuração dos fatos pela falta de testemunhas", completou o delegado, que deve concluir o inquérito sobre o caso em 30 dias.