Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

STF passa julgamento de recursos de big techs sobre redes sociais para o plenário físico

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu transferir para o presencial o julgamento dos recursos apresentados por empresas de tecnologia contra a decisão da Corte que ampliou a responsabilização das redes sociais por conteúdos ilícitos publicados por usuários.

A análise estava prevista para começar nesta sexta-feira, 29, no plenário virtual. Ainda não há nova data. Em votação presencial, os ministros podem debater o tema durante a sessão, enquanto na virtual os votos são registrados no sistema eletrônico da Corte.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Empresas como Google e Meta, dona do Facebook, contestam entendimento do Supremo de junho do ano passado, quando os ministros consideraram parcialmente inconstitucional um dispositivo do Marco Civil da Internet.

A decisão passou a permitir que as plataformas sejam responsabilizadas civilmente caso deixem de remover conteúdos ilegais após notificação extrajudicial, sem necessidade de ordem judicial prévia.

Nos embargos de declaração apresentados ao STF, as empresas alegam haver "omissões" e "obscuridades" na tese fixada pela Corte. A Meta argumenta que a decisão criou um "novo regime de responsabilidade civil" para plataformas digitais e pede que a tese mencione apenas conteúdos "manifestamente" ilícitos ou criminosos, para evitar risco de censura ou remoções indevidas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já o Google afirma que a redação aprovada pelo STF pode provocar interpretações divergentes nos tribunais inferiores e solicita parâmetros mais objetivos sobre em que casos a responsabilidade recai sobre as plataformas.

Senadores avaliam suspender decretos sobre Marco Civil

A discussão ocorre em meio a uma articulação de senadores para derrubar medidas adotadas pelo governo federal. Na última quarta-feira, 20, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou decretos que alteram a regulamentação do Marco Civil para adequá-lo à decisão do STF no que tange à responsabilização das plataformas digitais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os dispositivos estabelecem diretrizes para proteção de mulheres e enfrentamento à violência online e preveem a obrigatoriedade de canais de denúncia, representante legal no Brasil e possibilidade de remoção de conteúdos criminosos sem decisão judicial.

A consultoria jurídica do Senado recebeu pedido para analisar se os decretos ultrapassaram as prerrogativas do Poder Executivo federal. O Legislativo pode cancelar um decreto presidencial se o ato normativo em questão ultrapassar o chamado poder regulamentar.

Há pelo menos seis Projetos de Decreto Legislativo (PDLs) apresentados para reverter as medidas. Os senadores Magno Malta (PL-ES) e Esperidião Amin (PP-SC) estão entre os que apresentaram os pedidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em vídeo no Instagram, Esperidião Amin afirma que os decretos querem promover "censura institucionalizada" no País.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV