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Presidente da Câmara de Mauá pede licença após rival denunciar assédio sexual de adolescente

O presidente da Câmara Municipal de Mauá, na região metropolitana de São Paulo, Geovane Correa (PT), pediu afastamento do cargo depois que a Polícia Civil começou a investigar uma denúncia que atribui a ele assédio sexual de uma adolescente.Em nota divulg

Redação, O Estado de S. Paulo (via Agência Estado)

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Escrito por Redação, O Estado de S. Paulo (via Agência Estado)
Publicado em 01.03.2024, 19:30:00 Editado em 01.03.2024, 19:35:12
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O presidente da Câmara Municipal de Mauá, na região metropolitana de São Paulo, Geovane Correa (PT), pediu afastamento do cargo depois que a Polícia Civil começou a investigar uma denúncia que atribui a ele assédio sexual de uma adolescente.

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Em nota divulgada à imprensa, o vereador afirma que é vítima de uma "narrativa caluniosa e difamatória" e que pediu licença para "tomar as providências jurídicas pertinentes".

O pedido de afastamento, por 31 dias, ainda será analisado pela Câmara Municipal, que precisa chancelar a licença. A suplente Cida Maia (PT) deve assumir a vaga temporariamente e o vice-presidente Vaguinho do Zaíra (PSD) assume o comando da mesa diretora.

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A denúncia ao Ministério Público foi feita por outro vereador, o Sargento Simões (PL), e afirma que Geovane Correa teria enviado fotos íntimas à menor de idade durante uma sessão da Câmara, em 2021.

O petista afirma que teve o celular hackeado e que, na época, registrou boletim de ocorrência.

A Promotoria de Justiça requisitou a instauração do inquérito policial, que tramita na Delegacia Sede de Mauá. A Secretaria de Segurança Pública informou que o caso está em sigilo.

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COM A PALAVRA, GEOVANE CORREA

De início, quero agradecer todo o apoio e solidariedade do povo mauaense diante dos ataques e fake news que venho sofrendo nas últimas semanas. Quero esclarecer que em 2021 o meu celular foi hackeado por criminosos os quais tentaram me extorquir naquela época onde registrei B.O. e recentemente divulgaram conteúdo íntimo e pessoal em grupos de internet. Ocorre que adversários e inimigos políticos sem qualquer tipo de escrúpulo ou caráter utilizaram de tal conteúdo privado para criar uma narrativa caluniosa e difamatória, me imputando falsamente e dolosamente, algo tipificado como crime e que jamais cometeria. Informo que me licenciarei das minhas atividades por 31 dias para tomar as providências jurídicas pertinentes contra todos aqueles que divulgaram falsamente tais fatos, bem como todos os criminosos que estão se beneficiando dessa mentira. Minha carreira política é pautada pela lealdade às instituições, moralidade e acima de tudo busca pelo bem-estar social do povo mauaense e tais criminosos, inclusive alguns deles que são políticos e que foram presos em flagrante por roubar dinheiro da merenda, responderão por toda a divulgação criminosa que foi realizada.

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