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Pimenta minimiza queda na aprovação de Lula e diz que posicionamento sobre Israel não mudará

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O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), Paulo Pimenta, minimizou nesta quarta-feira, 6, a queda na aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva registrada na pesquisa Genial/Quaest divulgada mais cedo. Pimenta admitiu que a declaração do chefe do Executivo sobre a atuação de Israel na Faixa de Gaza teve impacto no levantamento, mas reforçou que o governo não alterará o seu posicionamento sobre a guerra.

"Eu entendo que a pesquisa reflete uma análise conjuntural de determinada circunstância, um posicionamento nosso, sobre esse genocídio em Gaza. À medida que o tempo vai passando, há compreensão sobre a manifestação de Lula, corajosa, que abriu os olhos de muita gente (...), é uma questão conjuntural, compreensível, mas que não vai alterar nosso posicionamento", disse Pimenta pela manhã.

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O ministro reforçou que, apesar do resultado, o governo não deixará de denunciar o "massacre" em Gaza. "Acreditamos que ela (fala de Lula) é importante inclusive para que o mundo perceba (a situação na região). Antes da fala do presidente, havia silêncio absoluto, inclusive da imprensa", avaliou.

Como mostrou mais cedo oEstadão/Broadcast, Lula viu seus índices de aprovação piorarem, de acordo com pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira. Segundo o levantamento realizado entre os dias 25 e 27 de fevereiro, o trabalho do mandatário é aprovado por 51% dos entrevistados, o que representa redução de 3 pontos porcentuais em relação à pesquisa anterior de dezembro do ano passado (54%). Já a desaprovação à atuação de Lula aumentou de 43% para 46% no mesmo período

A queda na avaliação positiva de Lula ocorre após declaração em que o presidente comparou as operações militares de Israel na Faixa de Gaza ao extermínio de judeus promovido por Adolf Hitler durante a Segunda Guerra Mundial. Segundo a pesquisa, 60% dos brasileiros consideram que a comparação foi exagerada. A percepção de que Lula exagerou é ainda maior entre os evangélicos (69%), porém é menor entre aqueles que votaram no petista nas eleições de 2022 (43%).

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