Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

PF indicia Bolsonaro e Mauro Cid por fraudes em carteira de vacinação da covid-19

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Polícia Federal (PF) indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro e seu ex-ajudante de ordens, tenente-coronel Mauro Cid, na investigação sobre suposta fraude na carteira de vacinação do ex-chefe do Executivo com a inserção de dados falsos no sistema do Ministério da Saúde.

A PF imputa a Bolsonaro e Cid supostos crimes de associação criminosa e inserção de dados falsos em sistema de informação. O primeiro tem pena prevista de um a três anos de reclusão. Já o segundo delito pode resultar em uma pena de reclusão de dois a doze anos, além de multa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Além do ex-presidente e do ex-ajudante de ordens, foram indiciadas outras 15 pessoas:

- Gabriela Santiago Cid, mulher Cid;

- Gutemberg Reis de Oliveira, deputado federal;

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

- Luis Marcos dos Reis, sargento do Exército;

- Farley Vinicius Alcântara;

- Eduardo Crespo Alves;

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

- Paulo Sérgio da Costa Ferreira;

- Ailton Gonçalves Barros, ex-major do Exército;

- Marcelo Fernandes Holanda;

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

- Camila Paulino Alves Soares;

- João Carlos de Sousa Brecha;

- Marcelo Costa Câmara, assessor de Bolsonaro;

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

- Max Guilherme Machado de Moura, assessor de Bolsonaro;

- Sergio Rocha Cordeiro, assessor de Bolsonaro;

- Cláudia Helena Acosta Rodrigues da Silva;

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

- Célia Serrano da Silva.

A reportagem busca contato com as defesas dos investigados. O espaço está aberto para manifestações. Nas redes sociais, o advogado Fábio Wajngarten, que representa o ex-presidente, falou em "vazamento aos litros".

A fase ostensiva do inquérito, batizada Operação Venire, foi a que, em maio do ano passado, prendeu o ex-aliado de Bolsonaro - cuja delação abasteceu as apurações que cercam o ex-presidente. A Venire é um dos braços do inquérito das milícias digitais, no bojo do qual a colaboração premiada de Cid foi homologada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O indiciamento aportou no gabinete do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, nesta segunda-feira, 18. Com o relatório final do inquérito, o caso segue para o Ministério Público Federal, a quem cabe analisar se oferece denúncia formal à Justiça para abertura de ação penal. O parecer deve ser dado pelo procurador-geral da República Paulo Gonet.

No caso de Cid, a apresentação de denúncia pode esbarrar no acordo de delação premiada fechado com a Polícia Federal. O ex-ajudante de ordens de Bolsonaro deu à PF detalhes que abasteceram os inquéritos das joias sauditas, da suposta tentativa de golpe de Estado e das fraudes na carteira de vacinação.

A investigação que culminou no indiciamento do ex-presidente se debruçou não só sobre fraudes em seu cartão de vacinação, mas também nos documentos de sua filha Laura, do coronel Mauro Cid, de sua mulher e de sua filha e ainda do documento do deputado Guttemberg Reis de Oliveira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao autorizar as diligências principais da Verine, em maio de 2022, Moraes considerou "plausível, lógica e robusta" hipótese da Polícia Federal de o ex-chefe do Executivo, "de maneira velada e mediante inserção de dados falsos nos sistemas do SUS, buscar para si e para terceiros eventuais vantagens advindas da imunização, especialmente considerado o fato de não ter conseguido a reeleição nas eleições 2022".

Na ocasião, a Polícia Federal anotou que as provas indicavam que o ex-presidente tinha "plena consciência" da inserção fraudulenta dos dados de vacinação, a qual pode "ter sido realizada com o objetivo de gerar vantagem indevida para o ex-presidente relacionada a fatos e situações que necessitem de comprovante de vacina contra a covid-19.

Antes da abertura da investigação da PF sobre a fraude na carteira de vacinação de Bolsonaro, a Controladoria-Geral da União já investigava suposta inserção de dados falsos no documento do ex-presidente.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV