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Na Esplanada, bolsonaristas chamam Lula de 'ladrão' e pedem destituição no STF

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Com a Esplanada dos Ministérios lotada para acompanhar o desfile militar e a manifestação pró-reeleição do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), a multidão de apoiadores do Chefe do Executivo fez ecoar gritos contra o principal opositor na disputa eleitoral deste ano, o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que lidera as pesquisas de intenção de voto.

"Lula ladrão, seu lugar é na prisão" foi entoado pelos apoiadores de Bolsonaro por várias vezes na capital federal.

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A primeira vez em que os manifestantes gritaram pedindo a prisão do petista foi ainda durante a parada militar, durante a execução do hino nacional. Foi preciso um dos cerimonialistas pedir silêncio naquele momento: "Convidamos todos os presentes a tomarem atitude de respeito", disse o mestre de cerimônia ao microfone.

No gramado da Esplanada, repleto de pessoas com camisas verde e amarelas, as faixas pedindo intervenção militar se confundiam com manifestações contra Lula.

Escolhido como alvo principal dos apoiadores, as críticas ao petista que quer voltar ao poder podiam ser ouvidas nas rodas de conversas. Um dia antes, um grupo de apoiadores de Bolsonaro já tinha entoado o mesmo grito numa praça de alimentação de shopping localizado próximos a hotéis no centro da capital, com lotação máxima para o 7 de Setembro.

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Durante a manifestação, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro também levaram à Esplanada dos Ministérios faixas com pedidos de destituição de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Entre as mensagens expostas, algumas que pedem ação das Forças Armadas para "eleições limpas" e para uma "intervenção democrática".

Vários cartazes levados são escritos em inglês. O foco dos pedidos inconstitucionais é endereçado à Suprema Corte e a uma "ameaça comunista". "Dismissal of STF ministers", diz um dos cartazes. "Activate the armed forces and make democratic intervention". Próximo ao grupo que carregava as faixas o mesmo texto explicitava a mesma mensagem em português: "destituição de todos os ministros do STF".

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