Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Lula sugere que países amazônicos se comprometam a zerar desmatamento até 2030

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sugeriu há pouco que os oito países amazônicos assumam o compromisso de zerar o desmatamento até 2030 em discurso no encerramento da reunião Técnico-Científica da Amazônia, na Colômbia. Lula reiterou que o Brasil já firmou esse compromisso com o desmatamento zero e acredita que é uma meta comum para a região, que poderá ser discutida na Cúpula da Amazônia, em agosto.

Lula destacou o papel central que a Amazônia desempenha no Cone Sul e a importância de preservar a região. O encontro foi organizado pelo governo da Colômbia, do presidente Gustavo Petro, que antecede a Cúpula da Amazônia, marcada para 8 de agosto, em Belém (PA). Esta cúpula receberá os presidentes de Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela.

publicidade
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Lula destacou que os países amazônicos têm dois desafios a enfrentar juntos. O primeiro é institucional, com o fortalecimento do tratado de Cooperação Amazônica.

O outro é político e se refere a uma nova visão de desenvolvimento sustentável para a região. Por isso, o presidente sugeriu a formalização de um fórum das cidades amazônicas e o parlamento amazônico, pois a atenção com esse bioma é compartilhada pelos países.

O presidente sinalizou que o governo pretende institucionalizar o Observatório Regional da Amazônia, uma iniciativa para sistematizar e orientar dados de todos os países para monitorar políticas públicas. O presidente também sugeriu criar um comitê de especialistas, aos moldes do IPCC da ONU, sobre a Amazônia.

publicidade

Ele voltou a cobrar a liberação de recursos para o combate às mudanças climáticas por parte dos países desenvolvidos, e criticou mecanismos como o Fundo Global para o Meio Ambiental. Em sua visão, ele reproduz uma lógica excludente, porque obriga países sul-americanos e amazônicos - como Brasil, Colômbia e Equador - a dividir uma cadeira do fundo. Por outro lado, Estados Unidos, Canadá, França, Itália e Suécia ocupam, cada um, uma cadeira. "Esta é mais uma evidência de que a governança global precisa mudar e ser reformada", disse.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline