Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

DPU recorre ao STF e pede redução da pena imposta a Eduardo Bolsonaro

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Defensoria Pública da União (DPU) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que reduza a pena aplicada ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Ele foi condenado a quatro anos e dois meses de prisão pelo crime de coação no curso do processo.

O pedido foi apresentado nesta terça-feira, 7, por meio do recurso de embargos de declaração, usado para pedir esclarecimentos a um juiz ou tribunal sobre eventuais contradições, omissões ou obscuridades em uma decisão judicial. A Defensoria Pública alega que a Corte incorreu em contradição e omissão ao utilizar declarações do ex-parlamentar como confissão para fundamentar a condenação, mas não usar a confissão como um fator atenuante na fixação da pena.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Tendo em vista esse reconhecimento e a efetiva utilização da confissão para fundamentar a condenação, do ponto de vista exclusivamente jurídico, não há motivo para que a dosimetria da pena seja construída de modo a resultar uma pena privativa de liberdade superior a 4 (quatro) anos", afirma.

A Defensoria cita os votos dos ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino para sustentar que a confissão apontada pelo colegiado foi considerada relevante para o julgamento.

O recurso também argumenta que o Código Penal, além da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do próprio STF, preveem a confissão como circunstância atenuante.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No pedido, a DPU solicita que a Primeira Turma reconheça a contradição e omissão apontadas, sem argumentar que a defesa "busca apenas a rediscussão do mérito", e refaça o cálculo da pena com a aplicação da atenuante.

Além da pena de prisão em regime semiaberto, Eduardo Bolsonaro foi condenado ao pagamento de multa de R$ 165 mil. Os ministros também decretaram a sua inelegibilidade por oito anos e perda do mandato de deputado federal - ele já havia sido cassado pela Câmara dos Deputados em dezembro de 2025.

Segundo a decisão da Primeira Turma do STF, o ex-deputado atuou junto a autoridades dos Estados Unidos para pressionar ministros do STF e tentar interferir nos processos relacionados à tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022, com o objetivo de beneficiar seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que era réu no processo. Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão e cumpre pena em regime domiciliar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV