TNOnline

Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Dirigente da Amar Brasil decide permanecer em silêncio durante CPMI do INSS

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O dirigente da Amar Brasil, Felipe Macedo Gomes, disse que iria se aproveitar do habeas corpus concedido pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), e permaneceria em silêncio durante a CPMI do INSS nesta segunda-feira, 20. A defesa de Gomes o orientou a não responder às perguntas dos integrantes da CPMI.

"Eu orientei Felipe a não responder nenhuma pergunta porque não tive acesso a nada", afirmou o advogado Levy Magno, que manifestou descontentamento em não obter informações sobre a investigação contra o seu cliente. "Qualquer palavra que ele traga, por via de consequência, é potencialmente incriminatória."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Gomes é apontar pelo relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), como o responsável por quatro entidades que, juntas, receberam cerca de R$ 700 milhões dos descontos associativos entre 2022 e 2025. A Amar Brasil, dirigida por ele, recebeu a maior fatia neste período - cerca de R$ 300 milhões.

Tanto o relator como o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG) voltaram a se queixar dos habeas corpus cedidos pelo Supremo. Ambos alegam que o recurso é cedido apenas aos "poderosos" para se blindarem de eventual incriminação ou até prisão por falso testemunho.

O governo aposta no depoimento de Gomes para tentar reforçar a ligação do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) com o esquema fraudulento de descontos associativos em aposentadoria.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O líder do governo na CPMI, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), é um dos que pretendem pressionar Gomes com mais intensidade na CPMI - isso porque o diretor da Amar Brasil fez uma doação de R$ 60 mil para a campanha de Onyx Lorenzoni para o governo Rio Grande do Sul, em 2022.

Onyx, além de adversário estadual de Pimenta, foi ministro da Previdência durante o governo Bolsonaro.

O relator perguntou se esse dinheiro doado poderia ser propina. "Vou permanecer em silêncio", respondeu Gomes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Este foi o segundo depoimento da CPMI nesta segunda-feira. Mais cedo, a comissão ouviu advogada Tonia Galleti, ex-integrante do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) e coordenadora do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi).

Nessa oitiva, Gaspar mostrou que a família de Galleti recebeu cerca de R$ 20 milhões num período de cinco anos. A advogada negou participação em qualquer esquema criminoso e disse que não é ladra.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV