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'Crime organizado virou uma grande indústria multinacional', diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira, 31, que o crime organizado é difícil de combater porque "virou uma grande indústria multinacional". De acordo com o presidente, o crime "está na imprensa, está na política, está no futebol,

Lavínia Kaucz e Caio Spechoto (via Agência Estado)

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Escrito por Lavínia Kaucz e Caio Spechoto (via Agência Estado)
Publicado em 31.01.2024, 12:38:00 Editado em 31.01.2024, 12:44:03
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira, 31, que o crime organizado é difícil de combater porque "virou uma grande indústria multinacional". De acordo com o presidente, o crime "está na imprensa, está na política, está no futebol, está nos empresários, está em todos os lugares do planeta".

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Lula ainda disse que aposta na formação de "um novo ser humano" baseado na educação e criticou o "político popular" que grita "bandido bom é bandido morto".

"A gente quer humanizar o combate ao pequeno crime e jogar pesado contra a indústria internacional do crime organizado. Essa tem avião, navio, iate, tem poder em muitas decisões em muitas instâncias", disse.

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Lula deu as declarações ao lado do ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino - que apresentou na manhã desta quarta um balanço dos resultados da sua gestão na pasta.

Lei de Execução Penal

Um pouco antes, o ministro Flávio Dino disse que a Lei de Execução Penal, que já tem 40 anos, "demanda alguma revisão". Ele afirmou que, se der tempo, apresentará um projeto de lei sobre o assunto no Senado.

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"Com certeza o ministro Lewandowksi e sua equipe vão tratar do assunto", disse Dino, justificando que sua gestão não teve tempo de fazê-lo porque ele esperava passar quatro anos no governo.

"As medidas cautelares e alternativas penais não significam leniência, fraqueza, significam eficiência", declarou Dino. De acordo com o ministro, um preso custa R$ 4 mil por mês, enquanto uma pessoa que cumpre alternativas penais, como prisão domiciliar, custa R$ 400, ou 10 vezes menos.

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