Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Braga Netto compartilha convite a ato de Bolsonaro no Rio; ambos São investigados pela PF

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O general Walter Braga Netto, investigado pela Polícia Federal no âmbito da Operação Tempus Veritatis, que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022, compartilhou, nesta terça-feira, 16, umvídeo de conviteao ato convocado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Rio de Janeiro. O general não se manifestou sobre as investigações e ficou em silêncio durante depoimento à PF.

Em perfil no Instagram, o ex-ministro da Casa Civil e candidato a vice na chapa de Bolsonaro adicionou aos stories (publicação com duração de até 24 horas) o vídeo feito pelo próprio ex-presidente. Nele, Bolsonaro diz que o ato, marcado para o próximo domingo, 21, em Copacabana, dará "continuidade" ao ato do dia 25 de fevereiro ocorrido na Avenida Paulista, em São Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

De acordo com o ex-chefe do Executivo, será "um encontro pacífico, onde estaremos lutando pelo nosso Estado Democrático de Direito, pela liberdade de expressão, ou seja, pela democracia". Ele ainda confirma a presença do pastor Silas Malafaia no ato e diz que o evento "é pelo Brasil, é para o nosso bem". O governador Cláudio Castro (PL) e o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) também devem comparecer ao evento.

Braga Netto, que compartilhou o vídeo sem adicionar comentários, está proibido de manter contato com outros alvos da operação deflagrada em fevereiro, como Augusto Heleno, Anderson Torres, Valdemar Costa Neto, Paulo Sérgio Nogueira e Almir Garnier Santos. Por isso, caso compareça ao ato, deverá manter distância do ex-presidente.

As investigações apontam o general como um articulador da organização criminosa que ensaiou um golpe de Estado para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo as apurações, ele teria liderado uma campanha que pressionava oficiais das Forças Armadas que rejeitaram o plano golpista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em mensagens de dezembro de 2022 obtidas pela PF, o ex-ministro diz que a "culpa pelo que está acontecendo e acontecerá é do general Freire Gomes". Ele ainda chamou o comandante do Exército de "cagão" e orientou a "oferecer a cabeça dele". Braga Netto também classificou Baptista Júnior como "traidor da pátria" e disse para "infernizar a vida dele e da família".

A PF também apura se o general tentou captar oficiais das Forças Especiais do Exército, os chamados "Kids Pretos", para a trama golpista. Segundo o inquérito, ele organizou uma reunião no apartamento dele, em Brasília, em novembro de 2022, para discutir o financiamento de hotel, alimentação e material para manifestantes bolsonaristas, incluindo militares.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline