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Após polêmica, defensor-geral da União diz que atua com independência

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O defensor público-geral da União, Daniel de Macedo Pereira, afirmou, em nota, que sempre se pautou pelo princípio da independência institucional e do diálogo com todas as forças políticas.

A manifestação ocorre após o Broadcast Político ter acesso a uma carta enviada por Pereira a seus pares na qual ele afirma que tem sofrido uma campanha difamatória "sem precedentes" no Senado. Pereira foi indicado à recondução ao cargo pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, mas enfrenta resistência no governo do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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"À frente da atual gestão da Defensoria Pública da União (DPU), sempre me pautei pelo princípio da independência institucional e pelo diálogo com representantes de todas as forças políticas para ampliar o acesso à Justiça e promover a garantia de direitos humanos às populações vulneráveis, sem qualquer vínculo de subordinação com o Poder Executivo. Refuta-se, assim, toda ligação minha com a quaisquer grupos políticos", diz Pereira, na nota.

O defensor público ressalta que a DPU ajuizou, em parceria com o Ministério Público Federal (MPF), uma ação civil pública contra Bolsonaro por causa de falas racistas. Pereira também afirma que teve respaldo interno para ser indicado à recondução ao cargo. "Recebi votos de 75% dos defensores públicos federais na última eleição e liderei a lista tríplice encaminhada à Presidência da República", diz, na nota.

"Também sempre respeitei a laicidade do Estado Democrático de Direito e a pluralidade de crenças, sem que minha fé ou religiosidade interferissem na condução da DPU, pautada no compromisso com os públicos mais vulneráveis", acrescenta Pereira.

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Segundo a reportagem apurou, Pereira é visto como apoiador de Bolsonaro e chegou ao cargo com a ajuda de grupos ligados ao ex-presidente dentro da DPU. Na sua primeira indicação ao posto, Pereira foi apoiado publicamente por políticos ligados ao antigo governo e pela Associação Nacional dos Juristas Evangélicos (Anajure), fundada em 2012 com apoio da agora senadora eleita Damares Alves (Republicanos-DF), ex-ministra de Bolsonaro.

Na nota, ele cita ainda que a DPU pediu o afastamento do presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai) durante o governo Bolsonaro; defendeu a vacinação de crianças, indígenas não aldeados e quilombolas; e intensificou a atuação na área de direitos humanos, principalmente com relação a imigrantes, refugiados, população LGBTQIA+ e indígenas.

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