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Segundo defesa, ex-ministro não cometeu ato ilícito

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CURITIBA, PR (FOLHAPRESS) - Os advogados de Delfim Netto, Ricardo Tosto e Jorge Nemr, afirmaram em nota que os valores recebidos são referentes a honorários de consultoria prestada pelo ex-ministro. "O professor Delfim Netto não ocupa cargo público desde 2006 e não cometeu nenhum ato ilícito em qualquer tempo."

Também em nota, o advogado Fernando Araneo, que defende Luiz Appolonio Neto, sobrinho de Delfim, disse que o cliente "refuta veementemente as acusações e esclarece que sua vida profissional sempre foi pautada pela legalidade".

O MDB também negou atuação criminosa no caso Belo Monte. "O MDB não recebeu propina nem recursos desviados no Consórcio Norte Energia. Lamenta que uma pessoa da importância do ex-deputado Delfim Netto esteja indevidamente citado no processo", afirmou em nota.

O PT disse que as acusações não têm fundamento e visam atacar o partido em razão da proximidade das eleições. "As acusações (...) não têm o menor fundamento. Na medida em que se aproximam as eleições, eles tentam criminalizar o partido, usando a palavra de delatores que buscam benefícios penais e financeiros."

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