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Cotado para disputar governo, Doria diz que prefeitura funciona sem ele

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THAIS BILENKY

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Cotado para disputar o governo de São Paulo, o prefeito da capital, João Doria (PSDB), disse que a administração da cidade não depende dele para funcionar.

"Aqui não há nenhum problema se o prefeito adoecer ou não estiver presente. A cidade anda, as funções públicas também. As responsabilidades estão preservadas por um time unido e comprometido", disse o tucano nesta segunda-feira (26).

"Nós aqui compomos uma equipe. Não é gestão de uma única pessoa. Não temos nenhum ato de heroísmo solitário nem gestão totalitária. O Bruno [Covas, seu vice] foi eleito comigo com os mesmos votos que eu recebi. Tem sido um brilhante e atuante vice-prefeito."

Doria deu as declarações em rápida conversa com jornalistas na prefeitura ao lado do ministro Gilberto Kassab (Comunicações), que articula para ser seu candidato a vice em eventual chapa estadual.

O tucano disse que a coligação será debatida depois que o PSDB definir seu candidato, em processo que, segundo ele, pode ou não ser prévias. O grupo de Doria trabalha para evitar prévias.

"Uma decisão poderá sair no dia 5 se não tivermos prévias. Se houver,  não há nenhum mal nisso. Em março teremos uma posição mais clara sobre essa possível aliança."

Kassab também procurou ser cuidadoso, mas sinalizou interesse em compor com Doria.

"Tenho dito que São Paulo estará muito bem governado se estiver à frente do Estado como governador João Doria. Mas também eu não faria a afirmação, tenho certeza que o prefeito João Doria também, porque politicamente seria incorreto, o PSDB tem outros nomes. Vamos aguardar as prévias ou a decisão do PSDB", declarou.

Kassab disse que a tendência do PSD, sigla da qual ele é presidente, é apoiar a provável candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB), a despeito da intenção do ministro Henrique Meirelles (Fazenda), do seu partido, de se lançar.

"Hoje, o partido caminha para uma coligação em torno do Geraldo Alckmin", disse.

"Vamos aguardar mais alguns dias. O ministro Meirelles realmente faz um trabalho extraordinário junto do presidente Temer em favor da nossa economia. Se o nome dele reunir circunstâncias favoráveis, será ele o candidato. Caso a gente tenha uma coligação, as consultas apontam hoje que o melhor nome é o do atual governador Geraldo Alckmin."

Kassab observou "que o PSD integra o governo do presidente Temer, e o presidente tem registrado que não irá disputar as eleições". "É evidente que, caso ele registre em algum momento, o partido vai com a maior boa vontade analisar o seu nome, discuti-lo", disse.

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