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Padilha defende nome único do governo

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GUSTAVO URIBE E LUCAS VETTORAZZO

BRASÍLIA, DF, E RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, defendeu nesta quinta (1º) que o Palácio do Planalto tenha um candidato único da base aliada para a disputa presidencial deste ano. Ele citou como alternativas o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e disse que ainda é cedo para afirmar que ambos não têm viabilidade eleitoral.

Pesquisa Datafolha mostrou que nenhum dos dois alcança individualmente 3% das intenções de voto, o que frustrou a equipe do presidente. "Nós estamos esperando para ver se haverá alguém da base do governo que consiga ter desempenho melhor nas pesquisas eleitorais", disse.

No Rio, o ministro Carlos Marun (Governo), disse que a condenação do ex-presidente Lula em segunda instância e o que ele chamou de enfraquecimento de Jair Bolsonaro (PSC-RJ) poderão abrir espaço para que três possíveis candidatos governistas disputem simultaneamente a eleições, adicionando a eles o tucano Geraldo Alckmin (SP).

"Quando havia dois candidatos despontando, que eram o Lula e o Bolsonaro, eu entendia que para sermos fortes e disputarmos o segundo turno precisaríamos nos unir em torno de um candidato forte. Agora, não. Há espaço para mais de uma candidatura do nosso grupo", disse.

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