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Empreiteira e telefônica não comentam

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A Andrade Gutierrez e a Oi afirmaram que não comentariam a delação premiada do marqueteiro Renato Pereira.

Responsável pelas campanhas do PMDB do Rio desde 2006, ele afirmou à Procuradoria que a empreiteira fez um aporte de R$ 3 milhões para o caixa dois da campanha de reeleição do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) via triangulação de empresas que passava pela Oi.

O grupo PPR, do qual a agência NBS faz parte, negou que tenha feito qualquer transferência de recursos ilegais para a Prole, de Pereira, a pedido de algum cliente. Segundo o marqueteiro, os recursos vieram por meio de um acordo de indenização superfaturado pela venda do grupo a uma multinacional.

"A companhia de telefonia móvel e a construtora citadas são clientes da PPR há muitos anos. O relacionamento da agência com as empresas é exclusivamente de produção e veiculação de campanhas publicitárias. A PPR nunca fez doação de recursos para campanhas políticas e muito menos qualquer transferência bancária dessa natureza", diz a nota.

A empresa disse que "é auditada por empresa internacional desde 2006".

A assessoria de imprensa de Pezão afirmou que "todas as doações de campanha foram feitas de acordo com a Justiça Eleitoral".

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