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Recursos de Cunha e Geddel vão ao plenário

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LETÍCIA CASADO

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), vai submeter ao plenário da corte os pedidos do ex-deputado Eduardo Cunha e do ex-ministro Geddel Vieira Lima para suspender a tramitação do processo em que foram denunciados com o presidente Michel Temer.

Acusados de integrar uma organização criminosa que seria chefiada por Temer, Cunha e Geddel pediram a Fachin que as acusações contra eles fiquem estagnadas até que o presidente deixe o cargo.

Em outubro, a Câmara barrou a denúncia oferecida pela PGR (Procuradoria-Geral da República) contra o presidente. O caso dele só volta a tramitar após o fim do mandato, em janeiro de 2019.

Fachin enviou os casos envolvendo os políticos sem foro no Supremo ao juiz Sergio Moro, do Paraná, responsável pela Lava Jato.

Cunha e Geddel recorreram. Segundo eles, os fatos pelos quais foram acusados estariam atrelados ao caso de Temer e, portanto, devem permanecer junto ao processo que tramita no Supremo.

Com isso, o STF deve discutir o alcance da imunidade temporária do presidente da República.

Não há data prevista para o julgamento da ação. Caberá à presidente Cármen Lúcia pautar o caso, depois que o relator liberar o processo.

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