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Política

ARTE - Como foi fechado acordo com a empresa e a reviravolta da última semana

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DATA DO ACORDO

3.mai.2017

PERÍODO DAS IRREGULARIDADES

2002 a 2017

OS DELATORES

Joesley Batista, Wesley Batista, Ricardo Saud e mais quatro pessoas

OS BENEFÍCIOS

Pelo acordo, ficava assegurado que os delatores, por terem contado o que sabiam, não seriam presos nem processados

PRINCIPAIS IMPLICADOS > Michel Temer > Senador Aécio Neves (PSDB-MG) > Deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), ex-assessor de Temer

PROVAS ENTREGUES > Gravação de conversas telefônicas e presenciais > Fotos e vídeos de investigados e de entregas de dinheiro (ação controlada) > Planilhas com doações para campanhas > Registros de ligações telefônicas

A REVIRAVOLTA

Na segunda-feira (4), Rodrigo Janot anunciou que iria rever a delação da JBS por causa de um áudio "gravíssimo", que ainda não tinha sido divulgado. O procurador-geral cita possíveis omissões dos delatores e a "conduta em tese criminosa" do ex-procurador Marcello Miller > A gravação mostra Saud e Joesley falando sobre a negociação e dizendo que Miller ajudou a empresa no acordo quando ainda era procurador da República > Os delatores e Miller foram ouvidos na última semana. Janot decidiu pedir a retirada dos benefícios e a prisão de Saud, Joesley e Miller

OS ARGUMENTOS

O QUE DISSE JANOT AO PEDIR A PRISÃO > O áudio revela possíveis crimes não informados na delação e omissões > Há indícios de má-fé por parte dos colaboradores > Miller foi usado para "manipular fatos e provas, filtrar informações e ajustar depoimentos"

O QUE DISSE FACHIN NA ORDEM DE PRISÃO > A prisão permite que se busque provas sobre a atuação de Miller > A análise do áudio revela indícios suficientes de que os colaboradores omitiram informações sobre a ajuda de Miller > Sobre Miller, ainda que sejam consistentes os indícios contra ele, não há, por ora, necessidade de prisão temporária

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