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Programa de incentivo à exportação pode sofrer mudanças, diz Temer

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Michel Temer reconheceu nesta terça-feira (22) que a equipe econômica pode fazer alterações no programa Reintegra, de incentivo à exportação.

Na semana passada, a equipe econômica decidiu manter o limite de isenção sobre o faturamento, que seria elevado de 2% para 3% em 2018, o que gerará mais R$ 2,6 bilhões.

Na abertura do Congresso AçoBrasil, o peemedebista disse que está providenciando uma conversa do setor de metais com a equipe econômica para "ver se é possível alguma modificação". "As dificuldades atuais são muitas e a primeira ideia era até eliminar os 2%, mas prevaleceu a sua permanência."

Ele não detalhou que alterações podem ser feitas, mas defendeu que o setor não pode ser prejudicado pelo mercado internacional, sobretudo pela China.

A uma semana de visita oficial ao país, onde acontece reunião do Brics, o peemedebista disse que manifestará ao governo chinês a avaliação de que a sua ação internacional não pode prejudicar o mercado brasileiro.

"Eu carregarei na bagagem essa manifestação e preocupação que eu ouvi aqui. A China tem sido um parceiro extraordinário, mas irei salientar que a ação internacional da China na venda do aço não pode nos prejudicar", disse.

O presidente considerou que o setor siderúrgico atravessa por uma crise, tendo perdido ao longo do tempo empregos para o mercado internacional.

"Os nossos diplomatas estão instruídos a tratar do tema de forma prioritária", disse o presidente nesta terça-feira (22).

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